quinta-feira, 5 de maio de 2011

Dívidas!!!

Sim, elas sao o pesadelo de muita gente. Bolas de neve que rolam e rolam num crescimento sem fim. Mas como combatê-las? Já inventaram algum manual fácil de seguir para nunca mais ser necessário se preocupar com elas?...infelizmente ainda nao. Entretanto, com algums bons hábitos e muita disciplina é possível ter o sono tranquilo e ficar bem longe das tao temidas dívidas.
Abaixo, segue uma lista com 5 bons hábitos pra afastar o fantasma da dívida do seu dia-a-dia:
  1. Nao dê passos maiores que as pernas: procure ter consciência das suas limitacoes financeira. Nao tente manter um padrao de vida, pelo qual você nao possa pagar. Evite desejos ou vontades exageradas que estao muito acima do que você pode arcar com seu capital. Ambicao é bom, é uma motivacao para o crescimento. Mas o segredo pra correr das dívidas é manter os pés no chao e pensar duas (dúzias!!! de) vezes o que fazer com o seu dinheiro.
  2. Fuja dos Juros: cuidado com compras à prestacao. O que parece barato, poder sair mais caro do que você pensa. Com Juros Compostos nao se brinca!!! Prefira sempre o pagamento à vista ou o parcelamento sem juros e pesquise muito antes de fazer qualquer negócio. Evite cair no cheque especial!!! Essa pode ser uma viagem sem volta!
  3. Poupe, Poupe e Poupe: economize seu dinheiro. Faca um fundo pra ficar seguro nas emergências financeiras. Separe uma parte de seu dinheiro para ser investido! Tente fazer com que o dinheiro que você ganha trabalhe pra você e se multiplique por si mesmo. Nao confie somente no seu salário como única fonte de renda.
  4. Pequenos Gastos, Grandes Prejuízos: cuidado com os pequenos gastos do dia-a-dia. Muita gente nao tem nem idéia de quanto dinheiro simplesmente se joga fora com coisas totalmente supérfulas e sem utilidade alguma. As dívidas muitas vezes nao se originam de grandes compras. Há vezes em que o grande vilao da instabilidade financeira é justamente o pequeno gasto, aquele quase imperceptível que ninguém dá a menor importância.
  5. Nao tente tapar o sol com a peneira: nao adquira uma nova dívida para quitar a antiga. Descentralizar a dívida só tende a aumentá-la! Péssimo procedimento! Concentre-se em diminuir a já existente com recursos duradoros, de maneira definitiva. Quitar uma dívida posse ser uma tarefa extremamente difícil, mas acredite, essa é a única maneira de se livrar dela.
"Deus está no Trono, Nós estamos aos Seus pés, entre nós e Ele apenas a distância de um joelho"- Jim Elliot

segunda-feira, 2 de maio de 2011

ISSO EU TENHO QUE FAZER!

“Vós que amais ao SENHOR, aborrecei o mal; ele guarda a alma dos seus santos, ele os livra das mãos dos ímpios.”
Salmo 97.10

A afirmação “Vós que amais ao SENHOR” divide a humanidade em duas partes. De um lado, estão aqueles que têm e cumprem os mandamentos; do outro, os que se enganam completamente. Muitos são religiosos, esforçam-se tremendamente em obras sociais e assuntos religiosos, mas não conhecem, de fato, o que diz a Palavra de Deus. Alguns até sabem o que deveriam fazer, mas não o fazem. Na verdade, todas essas pessoas estão fora do amor de Deus. Iludem-se também aqueles que pensam conseguir o amor divino por meio de pedidos ou obras que realizam. Agora, a vantagem de verdadeiramente amar o Senhor é grande demais: tal pessoa será amada pelo Pai.
O versículo que estamos estudando declara, taxativamente, que quem ama o Senhor tem de aborrecer o mal. O indivíduo que não vê nada de mais em práticas erradas prova que não está incluído no grupo dos que amam a Deus. Quando ele precisar que o Senhor cumpra Suas promessas, perceberá, com tristeza, que isso não poderá acontecer, pois o Pai não age fora da Sua Palavra, uma vez que não pode realizar algo que condena nem ajudar quem não faz o que lhe é exigido.
Há cristãos que não se consagram ao Senhor e, com isso, não sabem o perigo que correm, pois há duas forças lutando pelo domínio do ser humano. De um lado, está o nosso Deus, que deseja fazer da nossa vida uma bênção; do outro, está Satanás, o qual tenta fazer-nos sofrer aqui, no mundo, e, ainda, levar-nos com ele para a perdição eterna. Quem não é santo, separado para o Pai, está em sério risco, visto que está fora da proteção divina. Longe do Altíssimo, a pessoa se encontra na área de alcance do inimigo.
Os que se separam para Deus têm uma grande recompensa: são guardados pelas mãos do Onipotente. Além disso, tornam-se herdeiros de todas as promessas, e, com isso, o poder divino está sempre ao lado deles para guardá-los. Para esses, as portas estarão sempre abertas, e nada que o inimigo deseje ou planeje contra a vida deles irá cumprir-se, pois Aquele que os guarda não dorme nem cochila (Sl 121.4). O Altíssimo nunca nos venderá nas mãos do maligno; ao contrário, Ele nos guardará sempre, como se fôssemos Sua própria menina dos olhos. O bom é que o Senhor, além de fiel, é um Deus de amor.
Os ímpios, aquelas pessoas que não respeitam a Palavra, quando podem, colocam suas mãos nas demais; porém, os que são do Senhor são livres das sujas mãos dos que praticam a iniquidade. Nosso bom Deus nos vigia sempre e jamais, em hipótese alguma, permitirá que os ímpios vejam cumpridos os seus intentos malignos em nossa vida. Somos completamente e eternamente livres de qualquer mal. Com isso, ainda que mil caiam ao nosso lado, e dez mil à nossa direita, jamais seremos atingidos (Sl 91.7).
Não há mais desculpa. Está em suas mãos a receita divina para o mal não o atingir.

Por que missões?

Embora a palavra "missões" não se encontre nas Escrituras, a idéia está inserida em toda a Bíblia Sagrada, de Gênesis a Apocalipse. A palavra "missão" vem do latim "mitto" e significa "enviar". No Novo Testamento vemos o próprio Jesus empregando uma palavra com o mesmo significado - a palavra apóstolo (do grego apostello). De maneira simples, podemos afirmar que missão significa enviar.

Quando falamos em missões nos referimos à proclamação do evangelho em todo mundo, o que é geralmente chamado de Grande Comissão. Esta Grande Comissão consiste nas últimas instruções de Jesus a seus discípulos e que se encontra registrado nos quatro Evangelhos (Mt 28.18-20; Mc 16.15,16; Lc 24.46-49; Jo 20.21,22), bem como no livro de Atos dos Apóstolos (1.8). Através da Grande Comissão, o Senhor Jesus revela sua vontade - de que todas as pessoas, em todas as épocas - ouçam o evangelho, e assim as famílias da terra seriam benditas (Gn 12.3). A clareza destes textos deixa evidente que na mente de cada cristão obediente a Jesus, deve haver um profundo sentimento de paixão pelas almas. A evangelização do mundo é a vontade e o plano inquestionáveis do Senhor. Uma simples leitura, mesmo superficial, do Novo Testamento, é capaz de nos fazer observar esse fato.
Jesus, durante o seu ministério terreno, sempre se preocupou com a situação espiritual das pessoas. O seu olhar era diferente. Ele não via as pessoas pela sua posição social ou financeira, mas via o seu estado espiritual, ele as via como ovelhas sem pastor (Mt 9.35-38). Em outra passagem ele diz que as ovelhas ouvem a sua voz e o seguem, mas mesmo assim não se dá por satisfeito, pois reconhecia que haviam outras ovelhas, a quem ele também deveria agregar (Jo 10.16). E hoje, já passados quase dois mil anos destas celebres palavras, elas ainda ecoam em nossos ouvidos. Jesus ainda está a nos dizer que ainda existem outras ovelhas que ele deseja agregar ao seu rebanho. São milhões de muçulmanos, hinduístas, budistas e outros. "Mas como ouvirão se não há quem pregue?" (Rm 10.14,15). Cabe aos seguidores de Cristo fazê-lo conhecido em todo mundo, e assim muitas outras ovelhas serão agregadas ao rebanho (Igreja) do Senhor.

Para que essa tarefa fosse fielmente cumprida, em suas últimas instruções aos seus discípulos, antes de sua ascensão, Jesus deu a sua igreja representada ali uma ordem. Não foi uma simples opinião ou um mero palpite de Jesus. Ele não disse para a Igreja anunciar o evangelho a todos os povos quando achassem conveniente... ou para ver se compensava ou não... ou quando alguém estivesse à toa... Nada disso! As palavras de Jesus Cristo proferiram uma ordem imperativa clara e expressa para a Igreja, a de evangelizar o mundo e fazer novos discípulos (Mt 28.19; At 1.8). Não era uma ordem para evangelizar toda a cidade e só depois pensar em terras distantes. Não! Seus discípulos deveriam proclamar o evangelho a toda criatura e em todo o mundo (Mc 16.15). E esta ordem não foi somente para aquela época, mas ainda faz parte da missão imperativa da igreja hodierna. A missão da igreja baseia-se na missão de Deus de reconciliar a humanidade consigo mesmo, através do Evangelho. Somos, portanto, enviados a evangelizar o mundo e tornar o Evangelho disponível a toda criatura. A evangelização é a apresentação inteligível, atrativa, significativa, propositada e persuasiva do Evangelho. A ênfase no Novo Testamento é a proclamação verbal do Evangelho. Mais de 140 vezes o Novo Testamento usa palavras tais como diagello, “anunciar”; kataggello, “contar totalmente”; evangelizo, “espalhar boas novas”; ladeo, “conversar” ou “falar”; e kerusso, “anunciar” ou “proclamar”.

Por isso, ou fazemos missões mundiais ou, diante de Deus, estaremos sendo desobedientes, negligentes e omissos. Poderemos construir suntuosos templos. Poderemos fundar majestosos conjuntos musicais. E se podemos e temos condições de fazer isso, louvado seja Deus. Mas naquele grande dia, Deus não fará um concurso do templo mais bonito ou do conjunto mais esplendoroso. Ele sim requererá de nossas mãos o nosso empenho no sentido de tornar o mundo evangelizado. Obviamente que sozinhos não poderemos evangelizar o planeta inteiro. Mas podemos e devemos fazer a nossa parte nessa tarefa. E se cada um fizer a sua parte, o mundo evangelizado será um alvo realizável ainda nessa geração.

Que o sentimento de paixão pelas almas inunde nossos corações e nos leve a um profundo compromisso com a obra missionária.