sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Para qué sirven los amigos?

"Huye de los deseos malignos de la juventud y siga la justicia, la fe, el amor y la paz, con aquellos que, de corazón puro, invocan al Señor. (2 Timoteo 2:22)

Una mañana, después de uno de nuestros cultos en la iglesia, una joven se acercó y preguntó si yo oraba por una relación en la que ella estaba.

"¿Qué tipo de relación es ese?" Yo pregunté.

"Es una relación con un tipo."

"Déjame hacer una pregunta, ese tipo es cristiano?"

"Bueno", ella dijo, "yo ... creo que sí, de hecho, no estoy seguro si es o no".

"Yo dije:" ¿Sabes de una cosa? Yo no voy a orar para que Dios cure su relación. Voy a orar para que Dios le dé coraje para terminarlo, eso es lo que tiene que suceder. Usted está aquí en la iglesia y está teniendo dificultades con un hombre cara que no anda con el Señor.

A medida que conversamos, quedó claro que eso era exactamente lo que estaba pasando. Su relación la empujaba hacia atrás espiritualmente.

Muchas veces oramos para que el Señor repare algo y Él dirá: "Usted está en un lugar al que usted no pertenece, usted está saliendo con personas con quienes usted no debería, eso está causando muchos de sus problemas."

En 2 Timoteo 2:22, leemos: "[...] siga la justicia, la fe, el amor y la paz, con aquellos que, de corazón puro, invocan al Señor. ¿Estás disfrutando de la compañía de aquellos que invocan al Señor con corazón puro? ¿O estás caminando con las personas que te empujan hacia atrás espiritualmente?

quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

Posso encontrar Deus sem a Igreja?

Por René Breuel


“Não posso vir à igreja. É acolhedora e persuasiva demais”.

É o que eu ouvi de um amigo cético recentemente. Marco é um estudante de matemática inteligente e perspicaz. Ele veio à igreja que pastoreio em Roma algumas vezes e virou um bom amigo. Gosto muito dele.

Mas, depois de alguns meses, ele começou a vir menos e menos. Me disse que viria ainda para o grupo que temos para curiosos que querem explorar a fé e que estava aberto para encontrar-me para falar de temas espirituais. Mas não viria mais aos domingos, mesmo gostando muito deles.

A razão? A igreja é calorosa, simpática e convincente demais para ele. Ele gosta das pessoas, gosta do culto, e isso é um problema.

Marco me explicou durante um almoço que ele tem medo de abraçar o cristianismo por causa da comunidade, motivado pelas amizades e a boa atmosfera. Ele prefere buscar a Deus ou o que for que exista sozinho, mantendo a sua objetividade. Não quer que o calor da igreja influencie a sua decisão. Quer um caminho individual e autônomo.

Eu nunca tinha ouvido uma explicação como essa antes. A igreja é simpática demais? Por um lado, fico feliz que essa seja a experiência de Marco; queremos realmente ser uma igreja acolhedora para curiosos que querem explorar o cristianismo no seu ritmo e descobrir, espero, quão transformador e lindo é.

Por outro lado, eu não sabia como responder ao Marco. Piorar o culto? Pedir que as pessoas não cumprimentem os visitantes? Pregar sermões insípidos?

Achei muito interessante seu desejo de autonomia e controle ao mesmo tempo que explora algo por definição pessoal e imenso – Deus. É sintomático do espírito da nossa época. Reflete a maneira como valorizamos o ser autônomo, independente e racional. Como explicou o filósofo Charles Taylor em “A Secular Age” (“Uma Era Secular”):

“Passamos de uma era em que a vida religiosa era mais encarnada, onde a presença do sagrado podia ser representada em rituais, ou vista, sentida, tocada, visitada (em peregrinações); à uma época em que é mais ‘na mente’ ... O Cristianismo oficial passou pelo que podemos chamar uma ‘desencarnação’, uma transferência para fora das formas de vida religiosas encarnadas, para aquelas que acontecem mais no nosso interior”.1

Conversando com Marco, porém, não pude deixar de falar da importância da Igreja. Eu disse que poderia sugerir livros e encontrá-lo individualmente. Mas também que se ele quer buscar e conhecer a Deus, a igreja é crucial.

A primeira razão é muito prática: para absorver algo de substancial você precisa de uma comunidade de pessoas para guiá-lo e o encorajar ao longo do caminho. Você pode estudar matemática sozinho, por exemplo; precisa só dos livros certos. Mas se você quiser destrinchá-la, a aprender realmente, e não se desencorajar diante de um corpo de conhecimento tão vasto, você precisa frequentar uma universidade, sentar-se ao lado de outros alunos, ser examinado, passar dos temas mais básicos aos temas mais avançados.

A mesma coisa acontece em todas as áreas da vida: sem virar parte de uma comunidade você não vai ter os estímulos para investigar algo de modo consistente no meio das distrações da vida. Nem vai ser desafiado: provavelmente acabará com uma fé pessoal que será apenas um espelho das suas preferências.

Outra razão porque Deus-sem-a-igreja não é viável é ainda mais crucial. Segundo o cristianismo, conhecer a Deus é algo profundamente pessoal. É tão íntimo que Deus providenciou uma encarnação de si. Segundo os cristãos, Jesus é a imagem encarnada de Deus, e ele deixou a comunidade dos seus seguidores como o seu Corpo na terra. Este corpo, quando animado pelo Espírito, faz com que Cristo e, portanto, Deus, seja singularmente visível, concreto e compreensível. Uma comunidade de pessoas rende concretas afirmações que poderiam virar abstratas e facilmente moldadas no que quer que você desejar. Paradoxalmente, dá a clareza e a objetividade que buscamos. Nos desafia com as partes feias e com as partes bonitas.

Mesmo quando ser acolhedora demais é um problema.

• René Breuel é o pastor fundador de Hopera, uma igreja em Roma, e autor de O Paradoxo da Felicidade.
Nota
1. Charles Taylor, A Secular Age (Cambridge, Mass.: Harvard University Press, 2007), 554. 

*Artigo originalmente publicado em inglês no site 
Evangelical Focus. Traduzido e reproduzido com permissão.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

A verdade que libertará você!

Para um homem, é uma honra ter cicatrizes das lutas do passado – andar mancando devido a anos jogando futebol, ou ter o nariz torto por ter encarado o valentão da escola. Essas consequências nos fazem lembram da nossa antiga glória.

Mas todos nós também temos cicatrizes de momentos ​não tão gloriosos. Talvez seja a cicatriz de um pai ausente, uma negociação que deu num tremendo fracasso, ou uma amizade que causou sérios problemas.

Esses momentos e relacionamentos determinantes podem deixar cicatrizes sem que você perceba. Mas assim como andar mancando, elas podem estar impedindo que você tenha um futuro livre e pleno.


Então, a pergunta de hoje é: “Qual é a minha história”?


Esta pergunta nos faz pensar que a explicação para algumas das suas circunstâncias atuais pode se encontrar no seu passado.


Se você foi criado numa família que se desmanchou, pode ter aprendido que não pode confiar que as pessoas que você ama vão ficar sempre por perto. E essa bagagem pode ter se insinuado também no seu casamento, fazendo você ter medo que sua esposa te deixe a cada vez que há uma discussão. 


A passagem de hoje em João diz que conhecer a verdade – nesse caso, fazer a conexão entre o seu passado e presente – vai nos libertar. A verdade nos dá a oportunidade de perdoar e nos liberta da amargura. Ela permite que você se lembre do seu passado mas sem definir quem você é.

Olhar para o seu passado pode explicar o seu presente e, sem dúvida, vai libertar o seu futuro.

TENTE HOJE MESMO: Pense num relacionamento ou momento decisivo do seu passado. Será que assa circunstância explica alguma das suas lutas ou comportamentos atuais?


Então Jesus disse aos judeus que haviam crido nele:  — Se vocês permanecerem na minha palavra,   são verdadeiramente meus discípulos,
conhecerão a verdade, e a verdade os libertará.
João 8:31 - 32 NAA