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sábado, 3 de junho de 2017

Nunca Ocupado Demais!

"Jesus, parando, chamou-os e perguntou-lhes: 'O que vocês querem que eu lhes faça?'" (Mateus 20:32)

Imagino que Davi estava sentado certa noite numa grande pastagem, contemplando toda a glória da criação de Deus, quando escreveu: "Senhor, que é o homem para que te importes com ele, ou o filho do homem para que por ele te interesses?" (Salmo 144:3).

Eis uma boa pergunta: por que Deus se importaria conosco? Não sei; mas sei que Ele se importa. Se algo nos diz respeito, diz respeito também a Ele. Se é um fardo para nós, então, certamente, é um fardo para Ele também, fardo com o qual Ele quer lidar e resolver.

Vemos isso ilustrado na vida de Jesus. Ele estava a caminho de Jerusalém para morrer na cruz. Seu coração pesava. Ele tinha acabado de soltar a "bomba" de que ia ser crucificado. Sabia que o seu fim estava próximo. Ainda assim, deu-se ao trabalho de conceder do Seu tempo a dois cegos em necessidade.

A Bíblia nos conta que eles estavam sentados à beira da estrada de Jericó quando ouviram dizer que Jesus vinha. Então começaram a berrar: "Senhor, Filho de Davi, tem misericórdia de nós!" (Mateus 20:30). As pessoas tentaram aquietá-los, mas isso os deixou ainda mais determinados a chamar a atenção d'Ele.

Então Jesus parou e lhes perguntou: "O que vocês querem que eu lhes faça?" (versículo 32).

Eles Lhe disseram: "Senhor, queremos que se abram os nossos olhos" (versículo 33). A Bíblia nos conta que Jesus teve compaixão deles e tocou seus olhos e que imediatamente eles puderam enxergar.

Isso é um lembrete de que Deus nunca está ocupado demais para nós. Podemos achar que Deus tenha muita atividade no universo e Ele tem. Mas somos Seus filhos, e Ele sempre tem tempo para ouvir nossas orações.

Não esqueça de compartilhar com teus amigos esta palavra se ela tocou em teu coração!

Que Deus continue abençoando tua vida!

Link para o texto original em inglês.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Porque Ele é Bom

"Por meio de Jesus, portanto, ofereçamos continuamente a Deus um sacrifício de louvor, que é fruto de lábios que confessam o seu nome."(Hebreus 13:15)
Podemos louvar a Deus nos bons momentos e podemos louvar a Deus em tempos difíceis. E eu não sei se vamos entender completamente o que é bom ou ruim para nós deste lado da eternidade. Quando somos mais jovens, pensamos que certas coisas são boas, como o sucesso, enquanto outras coisas são ruins, como as dificuldades.

Mas no decorrer da vida, depois de algum tempo, olhamos para trás e percebemos que o sucesso na realidade pode ter sido ruim para alguns e as dificuldades boas para outros. Assim começamos a olhar para as coisas de forma diferente. E, às vezes, as coisas que pensávamos serem muito boas acabaram sendo ruins. Por outro lado, as coisas que pensávamos serem ruins, na realidade, acabaram sendo aquelas coisas realmente muito boas.

Deus pode tomar todas as coisas - boas ou ruins - e, conforme Romanos 8:28, agir “em todas as coisas para o bem daqueles que o amam, dos que foram chamados de acordo com o seu propósito.” Ele toma todos os eventos de nossas vidas, as coisas boas e as chamadas "coisas ruins", e as coloca no forno da adversidade. Quando estiver pronto, dizemos: “Isso está bom.” Mas talvez não digamos isso até que chegue a hora.

Como cristãos, devemos entender que Deus está no controle de todas as circunstâncias que cercam as nossas vidas: as coisas boas e também as más. Devemos também saber que Deus nos ama e está sempre cuidando do nosso bem eterno, mesmo quando passamos por momentos difíceis. Como 2 Coríntios 4:17 nos diz, “pois os nossos sofrimentos leves e momentâneos estão produzindo para nós uma glória eterna que pesa mais do que todos eles.”

Portanto, precisamos dar graças a Deus. Há tantas coisas para agradecermos. Você já deu graças hoje?

Deus continue abençoando!

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Cerco à Cidade de Zamboanga prejudica os habitantes

Filipinas

Na sexta-feira (13/09), uma equipe da Portas Abertas resgatou uma mulher e seus seis filhos andando pelas ruas da Cidade de Zamboanga.

Na madrugada de 9 de setembro, rebeldes da Frente de Libertação Nacional Moro (MNLF) abriram fogo na Cidade de Zamboanga, ferindo muitos habitantes, fazendo 250 civis de reféns, incluindo um pastor e a congregação de uma igreja local.
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Quatro dias depois, uma equipe da Missão Portas Abertas esteve no local para auxiliar as famílias prejudicadas. Durante esse processo, encontraram uma mãe precisando de ajuda: "Nós nos deparamos com ela enquanto distribuíamos alimentos para os cristãos locais", disse o colaborador da Portas Abertas responsável pelas operações de socorro em Filipinas. "O marido dela foi confundido com um rebelde da MNLF. Todos os seus filhos estavam morrendo de fome e sua filha mais nova, de 2 meses de idade, já estava desidratada. Ela foi imediatamente atendida. Ore pela recuperação da criança."

As cidades de Rio Hondo, Sta. Catalina, Sta. Barbara, e Talon-Talon foram devastadas pelo cerco contínuo à Zamboanga. "Fomos informados de que quatro igrejas domésticas em Talon-Talon foram reduzidas a cinzas. Ainda temos de confirmar isso", disse o colaborador da Portas Abertas. Ele acrescentou: "A casa de um parceiro nosso foi atingida ontem por um morteiro". A igreja foi poupada da explosão. No entanto, seis famílias pertencentes à mesma igreja perderam seus lares.

"A partir de hoje, estamos ajudando mais de 300 cristãos em três centros de refúgio. Alguns já têm demonstrado sinais de trauma, especialmente aqueles que perderam as suas propriedades. Ore por eles e por nós [colaboradores da Portas Abertas] também, que a sabedoria e a força de Deus esteja sobre todos nós neste momento de crise".
                                                                                                                             Fonte: Portasabertas
 
Queridos amigos, estas vidas precisam de nossas incessantes orações para que Deus use as vidas que estão ali para apregoar o Seu nome, de maneira poderosa e firme! Confiamos em Deus que é tremendo para salvar este povo!
 
“E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra”. (2Cr 7. 14).
 
Pr. Paulo Júnior.
 

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Até onde pode ser a perseguição à qualquer crença - Saibamos mais dos Direitos Universais!

Perseguição X liberdade religiosa

Duas fontes atuais nos ajudam a definir o que é a perseguição – As Convenções da ONU (Organização das Nações Unidas), e a própria Bíblia Sagrada.
De acordo com o Artigo 18 da Declaração Universal de Direitos Humanos, de 1948: “Toda pessoa tem direito à liberdade de pensamento, consciência e religião; este direito inclui a liberdade de mudar de religião ou crença e a liberdade de manifestar essa religião ou crença, pelo ensino, pela prática, pelo culto e pela observância, isolada ou coletivamente, em público ou em particular”.
O Pacto Internacional sobre os Direitos Civis e Políticos, de 1966, expandiu esse Artigo:
1. Toda pessoa terá direito à liberdade de pensamento, de consciência e de religião. Esse direito implicará a liberdade de ter ou adotar uma religião ou crença de sua escolha e a liberdade de professar sua religião ou crença, individual ou coletivamente, tanto pública como privadamente, por meio do culto, da celebração de ritos, de práticas e do ensino.
2. Ninguém poderá ser submetido a medidas coercitivas que possam restringir sua liberdade de ter ou de adotar uma religião ou crença de sua escolha.
3. A liberdade de manifestar a própria religião ou crença estará sujeita apenas às limitações previstas em lei e que se façam necessárias para proteger a segurança, a ordem, a saúde ou a moral públicas ou os direitos e as liberdades das demais pessoas.
4. Os estados-partes no presente Pacto comprometem-se a respeitar a liberdade dos pais - e, quando for o caso, dos tutores legais - de assegurar aos filhos a educação religiosa e moral que esteja de acordo com suas próprias convicções.
Pode-se dizer então, que o individuo é perseguido se for privado de qualquer dos elementos fundamentais da liberdade religiosa.
Segundo o fundador da Portas Abertas, Irmão André, “perseguição não se refere a casos individuais, mas sim, quando um sistema, político ou religioso, tira a liberdade de um cristão ou o acesso à Bíblia, restringe ou proíbe o evangelismo de jovens e crianças, atividades da igreja e de missões.
Para o Irmão André, não é legítimo usar o termo perseguição para descrever uma tragédia individual que ocorre numa sociedade que concede liberdade religiosa. É um termo que deve ser reservado para comunidades inteiras que enfrentam campanhas organizadas de repressão e discriminação, como ocorreu no estado de Orissa, na Índia, em 2008.
Perseguição segundo a Bíblia
Além do apóstolo Paulo, os cristãos do Novo Testamento enfrentaram cinco fontes de perseguição: 


Governantes (Atos 12.2)
Sacerdotes (Mateus 26.3,4; Atos 2.36; João 18.31; Atos 7.54-59)
Mercadores (Atos 16 e 19)
Agitadores (Atos 17)
Família (Mateus 10.35,36)

Enfim, a Bíblia afirma: “De fato, todos os que desejam viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos” (2 Timóteo 3.12).
Para grande parte dos cidadãos do mundo ocidental, cristãos ou não, o tema “perseguição religiosa” pode soar estranho. Uma das explicações talvez seja o fato de que a maioria dos países deste lado do globo vive em plena democracia e por isso, em geral, as pessoas estão acostumadas a ter seus direitos garantidos por lei. No entanto, essa ideia de que a liberdade e o acesso a direitos fundamentais estão consolidados para a maior parte da população mundial neste século 21 tem se mostrado uma ilusão.
Os países que apresentam elevados índices de restrições à religião não são maioria – 64, no total –, porém abrigam a maior parte da população mundial.
Países como China, Índia, Irã, Iraque, Afeganistão, entre outros, costumam ocupar as manchetes por diferentes motivos, mas raramente são vinculados pela mídia secular à perseguição, muitas vezes implacável, que impõem aos adeptos da fé cristã. Admitir e conhecer a realidade da perseguição é o primeiro passo para que a Igreja se posicione ao lado daqueles membros do Corpo que sofrem por seguir a Cristo e para que passe a agir em favor deles.
Se quiser saber mais detalhes sobre a perseguição nos dias de hoje, leia o livro A fé que persevera – Guia essencial sobre a perseguição à Igreja, de Ronald Boyd-MacMillan, publicado pela Portas Abertas.
No livro, Ronald Boyd-MacMillan afirma: “[Há] dois elementos centrais que nos levam além do Artigo 18. Primeiro, nas palavras de um pregador palestino ‘Isso não diz respeito a nós’. A perseguição diz respeito a Cristo, e a trindade do mal (carne, mundo e diabo) está tentando chegar até Cristo por meio de nós. Não somos nós, estritamente falando, o objeto da perseguição. Nós somos as vítimas dela. Segundo, a perseguição é universal. Essa trindade do mal está perseguindo Cristo, o nosso novo Senhor, estejamos definhando num campo de trabalhos forçados ou deitados no convés de um iate. Bastante simples: se levamos conosco a nossa nova identidade de Cristo, seremos perseguidos”. 
Fonte: Missão Portas Abertas