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terça-feira, 14 de janeiro de 2014


                                                   Admitindo o Fracasso




“[...] Eles foram e entraram no barco, mas naquela noite não pegaram nada.” (João 21:3)

Era uma cena familiar. Os discípulos tinham passado a noite inteira pescando mas não pegaram nada. E então ouviram uma voz da praia falando: "F

ilhos, vocês têm algo para comer?" (João 21:5).

A palavra “filhos” usada aqui pode ser traduzida como “meninos”. Os dois termos eram normalmente usados por pais ou figuras de autoridade. Penso que passou pela cabeça de Pedro: "quem ele está chamando de meninos? Nós somos homens. Ele está mesmo falando conosco? Isso não é da conta dele."

Mas João, sempre sensível, reconheceu que era Jesus. Mas por que o Senhor perguntou tal coisa? A ideia era mostrar a necessidade deles. Ele queria que eles admitissem seu fracasso: “Não pegamos nada”. Não que esse fosse o maior fracasso da vida deles. Afinal de contas, quem nunca voltou de uma pescaria de mãos vazias? Mas Jesus usou suas redes vazias para ilustrar algo maior.

Deus fará o mesmo conosco. Antes de acharmos restauração, perdão, temos que admitir nosso fracasso. E isso é muito difícil para algumas pessoas. Não gostamos de admitir que estamos errados. Parece que algumas pessoas estão mais dispostas a dizer: "Estou doente" do que "desculpe-me", ou "eu pequei". Parece que ninguém mais quer assumir a responsabilidade por suas ações.

Então o Senhor falou aos discípulos: “vocês pegaram alguma coisa?”

Antes de encontrarmos o perdão de Deus e a Sua restauração, precisamos admitir nossas necessidades. Sem desculpas, sem culpar outros. Simplesmente confessar honestamente e tomar responsabilidade por nossas ações.

G.L.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Pastor Saeed Abedini sai da solitária e esposa comemora


Na última sexta-feira (10), o pastor Saeed Abedini, que está encarcerado na prisão Evin, no Irã, desde setembro de 2012, saiu da solitária, onde passou "o pior aniversário possível". Sua esposa, Naghmeh, afirmou ao Centro Americano de Lei e Justiça (ACLJ, sigla em inglês), que está aliviada com a notícia
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“Sua soltura da solitária é resultado de muitas preces. Estou aliviada de ver meu marido fora da solitária, mas ainda estou profundamente preocupada com a saúde de Saeed. Enquanto isso é uma pequena vitória, ainda procuro que a justiça seja feita para que Saeed seja solto”, disse Naghmeh.
Segundo o ACLJ, Abedini e outros prisioneiros teriam assinado uma carta na qual demonstravam sua insatisfação com relação ao atendimento médico recebido na prisão. Essa carta seria a razão de seu confinamento na solitária.
“O desenvolvimento do caso é crítico, mas [sair da solitária] aumenta nossas esperanças após uma semana tão desencorajante. Acreditamos que o pastor Saeed tenha ficado 20 dias ou mais na solitária”, afirma o ACLJ.
O ACLJ acredita que a saída de Abedini da solitária é resultado de intensas orações, de uma petição assinada por mais de 560 mil pessoas em todo o mundo e de pressão por parte do governo dos Estados Unidos, da Organização das Nações Unidas e da União Europeia.
“Temos a esperança de que o retorno para a prisão normal do pastor Saeed é um sinal que a pressão internacional está começando a surtir efeito”, afirmou o ACLJ.
Um ex-prisioneiro de Evin disse ao ACLJ que os guardas da prisão não se importam se o prisioneiro está envolvido na resistência contra o sistema de Evin ou não. “Eles puseram Saeed no confinamento solitário para colocar pressão em sua crença. Isso mostra que Saeed ficou forte por sua fé”, afirma o ex-prisioneiro.
Abedini vem sofrendo maus tratos na prisão, por isso, sua família e toda a comunidade cristã estão preocupados com seu bem estar. O ACLJ, que representa sua esposa e seus filhos, afirma que o pastor precisa de muitos cuidados médicos, pois está sofrendo constantes espancamentos, que o deixam extremamente debilitado.
O pastor foi condenado a oito anos de prisão por colocar “em perigo a segurança nacional” do Irã. No entanto, o ACLJ afirma que “a verdadeira razão pela qual Abedini foi preso é sua fé”, já que ele se recusa a negar sua crença em Jesus e voltar ao Islamismo.
Fonte: Português Christian Post