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segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Correndo Para Vencer


"Vocês não sabem que, de todos os que correm no estádio, apenas um ganha o prêmio? Corram de tal modo que alcancem o prêmio." (1 Coríntios 9: 24)


Envelhecer não é algo deprimente, como dizem alguns. Para mim pelo menos, esse processo tem sido uma grande aventura desde o dia que entreguei minha vida a Jesus Cristo. Não me arrependo de um dia sequer de minha vida depois que passei a seguir e servir ao Senhor.

Claro, a minha vida tem tido algumas surpresas. Uma delas é ter encontrado pessoas que eu nunca pensei que fossem se tornar cristãs e que acabaram se tornando; assim como outras pessoas que eu nunca pensei que iriam cair e que acabaram caindo. Algumas pessoas têm uma grande arrancada e então batem e caem fora. Outras têm um começo muito fraco, mas de alguma forma resolvem tudo no final. O melhor de tudo é que existem alguns que começam e terminam a corrida com louvor. Eu quero ser uma dessas pessoas. Você não?

Aqui está o que precisamos nos lembrar. Temos uma palavra a ouvir sobre como a corrida que corremos vai terminar. Você pode ser um vencedor ou um perdedor na corrida da vida. Tudo se resume às escolhas que você faz diariamente. Como eu disse anteriormente, as pessoas caem, porque para todos os efeitos práticos, elas escolhem cair. Elas negligenciam certas coisas e, ao mesmo tempo, permitem que outras coisas aconteçam em suas vidas.

Como tomamos nossas decisões, nossas decisões nos influenciarão.
- Que passos práticos podemos dar hoje para garantir que estaremos executando bem a corrida cristã daqui a 25 anos?

Que Deus abençoe!

Devocional Diário.

terça-feira, 14 de janeiro de 2014


                                                   Admitindo o Fracasso




“[...] Eles foram e entraram no barco, mas naquela noite não pegaram nada.” (João 21:3)

Era uma cena familiar. Os discípulos tinham passado a noite inteira pescando mas não pegaram nada. E então ouviram uma voz da praia falando: "F

ilhos, vocês têm algo para comer?" (João 21:5).

A palavra “filhos” usada aqui pode ser traduzida como “meninos”. Os dois termos eram normalmente usados por pais ou figuras de autoridade. Penso que passou pela cabeça de Pedro: "quem ele está chamando de meninos? Nós somos homens. Ele está mesmo falando conosco? Isso não é da conta dele."

Mas João, sempre sensível, reconheceu que era Jesus. Mas por que o Senhor perguntou tal coisa? A ideia era mostrar a necessidade deles. Ele queria que eles admitissem seu fracasso: “Não pegamos nada”. Não que esse fosse o maior fracasso da vida deles. Afinal de contas, quem nunca voltou de uma pescaria de mãos vazias? Mas Jesus usou suas redes vazias para ilustrar algo maior.

Deus fará o mesmo conosco. Antes de acharmos restauração, perdão, temos que admitir nosso fracasso. E isso é muito difícil para algumas pessoas. Não gostamos de admitir que estamos errados. Parece que algumas pessoas estão mais dispostas a dizer: "Estou doente" do que "desculpe-me", ou "eu pequei". Parece que ninguém mais quer assumir a responsabilidade por suas ações.

Então o Senhor falou aos discípulos: “vocês pegaram alguma coisa?”

Antes de encontrarmos o perdão de Deus e a Sua restauração, precisamos admitir nossas necessidades. Sem desculpas, sem culpar outros. Simplesmente confessar honestamente e tomar responsabilidade por nossas ações.

G.L.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

NÃO DESISTA

“Dá força ao cansado e multiplica o poder ao que não tem nenhum vigor.” (Isaías 40:29).
A vida, às vezes, nos parece difícil. Até mesmo os homens mais fortes sentem o peso do cansaço.
O homem percebe o cansaço quando ele nota que está perdendo o interesse pelas coisas que dava valor. O cansaço rouba o desempenho, desafia a habilidade, faz com que o homem enxergue os problemas maiores do que são. E, ainda pior, leva o homem a considerar a possibilidade de desistir de tudo, de parar.
Lembre-se, há um recurso, sobrenatural, disponível para todo aquele que espera no Senhor, que crê nEle. Ele promete dar força e multiplicar o poder quando já não existe nenhum vigor.
Força e poder não para parar, mas para prosseguir!

Deus te abençoe!

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Apesar do desaparecimento das filhas, mãe permanece firme na fé!



NIGÉRIA -

Juliana, uma viúva de 50 anos, que mora ao norte da Nigéria, sente-se atacada por todos os lados. Mesmo assim, ela se mantém firme em sua fé em Jesus Cristo. Ela é mãe de Diana, 19, e Maryamu, 21, que, em 2011, desapareceram do dormitório da escola em que estudavam.

As lutas na vida de Juliana começaram em 2004, quando seu marido foi atacado e morto por um grupo de extremistas. Os assassinos atacaram a vila onde a família morava e atearam fogo à casa de Juliana, deixando-a empobrecida e com o futuro incerto. Quando menos esperava, ela teve de assumir o cuidado e a provisão de seus filhos sozinha.

Um tempo depois, Juliana e suas três crianças mudaram-se para uma cidade próxima. Ela lavava roupas nas casas de outras pessoas para pagar pela comida e estudo de seus filhos. Um dia, enquanto caminhava para o trabalho, Juliana foi atropelada por um carro. O motorista fugiu, deixando-a inconsciente, com uma perna quebrada e sangrando muito. Felizmente, um "bom samaritano" a ajudou a chegar até a calçada e chamou a polícia. Ela foi levada para o hospital, mas, devido à fratura, teve de amputar sua perna.

Pela segunda vez, Juliana sentiu seu mundo desmoronar. Ela ficou sob observação médica por alguns meses até receber alta do hospital. Em janeiro de 2011, ela e seus filhos foram morar em Tafawa Balewa, uma área cristã da Nigéria. Lá, ela matriculou seus filhos no ensino médio graças ao apoio de uma igreja local que ficou sabendo de sua situação. Por muito tempo, Juliana encorajou suas duas filhas e seu filho a pensar e orar sobre o futuro, para que Deus o tornasse possível. Diana, Maryamu e Peter sempre a encorajaram também. Eles eram uma família muito unida.

Porém, outra calamidade os atingiu, dois meses depois. A escola onde as meninas estudavam foi fechada pelo Ministério da Educação do Estado de Bauchi. Assim, para completar sua formação, as meninas foram transferidas para uma escola pública em Yana, uma região predominantemente muçulmana, a 250 quilômetros de Tafawa Balewa.

Em uma suposta tentativa de eliminar os cristãos de Tafawa Balewa, extremistas executaram mais de 50 ataques na cidade ao longo de vários anos. Muitos cristãos foram mortos, escolas foram fechadas e outras medidas supressivas foram tomadas contra os servos de Deus. O desligamento da escola onde Diana e Maryamu estudavam era parte da estratégia, forçando todas as meninas cristãs a se realocarem em outra escola, em Yana.

A história de Juliana sofreu mais uma reviravolta quando suas filhas foram estudar longe de casa, em junho de 2011, junto com outras 15 meninas. Certa ocasião, quando alguns pais foram visitar a instituição nova, as autoridades da escola declararam "não saber" do paradeiro das estudantes. Elas haviam desaparecido, e ninguém sabia onde estavam. Até hoje, ninguém sabe se estão vivas ou mortas.

Juliana lamenta: "Acho que o fim de minha vida chegou. Perdi meu marido, uma perna e agora tenho mais uma dor inimaginável: os orgulhos da minha vida, Diana e Maryamu, sumiram. Elas enchiam o meu coração de alegria, ajudando-me de tantas formas! Agora, não consigo nem imaginar o que aconteceu com elas. Extremistas podem ter matado minhas filhas! O que faço sem elas?".

O importante é confiar em Deus
Hoje, Juliana anda com o auxílio de muletas. Mesmo estando muito traumatizada, ela sempre carrega sua Bíblia, para ser fortalecida por meio da Palavra de Deus. Seu filho, Peter, tem encorajado a mãe a confiar no Senhor.

"O diabo quer que eu duvide de Deus, mas não vou fazer isso. Vou continuar firme em Deus, mesmo que eu não saiba exatamente o que está acontecendo em minha vida. Vou continuar confiando nele. Quero ouvir dele a resposta para a minha situação", afirmou Juliana durante uma visita recente de um colaborador da Portas Abertas.

Na época, Juliana estava sofrendo, precisando de assistência médica, mas sem recursos para pagar por uma consulta. Ela também estava muito traumatizada pelo desaparecimento de suas filhas e precisando de aconselhamento espiritual e emocional. Ela tenta manter-se esperançosa na busca por suas filhas, mesmo sabendo que o desaparecimento de moças cristãs é comum no norte da Nigéria.

"A visita à Juliana foi muito especial e encorajadora", disse o colaborador da Portas Abertas. "Ela confessou abertamente que ninguém se ofereceu para ouvi-la desde que toda essa situação teve início em sua vida". Depois de orar com ela e compartilhar uma mensagem da Bíblia, o representante da Portas Abertas foi capaz de plantar um sorriso no rosto de Juliana. Mas, enquanto se despediam, um contato local chegou com a notícia de que militantes muçulmanos haviam invadido uma área da cidade e atearam fogo a alguns prédios. "Sob tais circunstâncias, deixei Juliana e voltei à cidade por outro caminho", concluiu ele.

* Pedidos de oração *

- Ore para que as filhas de Juliana e as outras 15 meninas que desapareceram sejam encontradas ilesas.
- Peça a Deus para que todos os cristãos de Tafawa Balewa mantenham-se firmes em sua fé.
- Interceda por Juliana, para que ela receba ajuda financeira e consiga pagar por uma assistência médica regular.
- Clame ao Espírito Santo para que Ele ministre na vida de Juliana e ela obtenha aconselhamento emocional para lidar com os traumas que sofreu.

Fonte: Portas Abertas

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Nas Dificuldades, Jesus chega atrasado?

“(…) já se fazia escuro e Jesus ainda não viera ter com eles (…) por volta da quarta vigília da noite, veio ter com eles, andando por sobre o mar.” (João, 6.17b e Marcos, 6.48b) ”Ainda” . Com essa palavra, João parece denunciar o ambiente de inquietação que se instalava entre os discípulos no meio do mar. Por mais que eles relutassem em tecer tais conjecturas, as altas ondas, o rijo vento, o barco afundando, a hora avançada, as forças mitigadas, o negrume da noite, todas as coisas pareciam apontar para um “atraso” divino, uma falta de sincronia entre a ação de Deus e as necessidades humanas, uma distração de Deus em face ao desespero humano. Diz o texto que, naquele momento de medo, pânico, perplexidade, e de total incapacidade de não atribuir a Deus a falibilidade humana, Jesus vem andando por sobre as águas e o Seu relógio marcava a quarta vigília da noite. Teria Deus perdido a hora? Dormido no ponto? Havia o relógio divino trabalhado descompassado com a hora do nosso sofrimento? Teria Ele abdicado do compromisso radical que tem com as nossas vidas? Não! Diz o texto enfaticamente: Ele veio na quarta vigília da noite. Por que? Porque é na quarta vigília que a noite se faz mais escura, as ondas mais revoltas e os ventos mais rijos em razão da proximidade do nascer do sol (o texto atesta esse fenômeno quando diz que neste período eles remavam com dificuldade “porque o vento lhes era totalmente contrário”). Como sempre, o relógio de Jesus estava rigorosamente pontual. Veio quando a escuridão era mais densa, as ondas mais encapeladas e os ventos totalmente adversos. O relógio de Jesus é assim: sincronizado com o nosso sofrimento e as nossas dores. Jamais chega atrasado em nossa vida para a manifestação de Sua graça e de Sua misericórdia. Jamais posterga o milagre esperado. Ele sempre aparece quando a noite se faz mais escura e os ventos são totalmente contrários. Talvez, muitos de nós estejamos, hoje, vivendo essa “síndrome do ainda”. Uma terrível sensação de que Deus perdeu a hora, Deus perdeu o bonde da história de nossa vida; um Deus atrasado em cumprir as Suas promessas. Talvez, muitos de nós estejamos nutrindo em nossas vidas essa idéia de um Deus distraído e incapaz de manifestar a Sua graça no tempo certo de nossos sofrimentos. Precisamos entender isto: o Relógio de Jesus nunca falha. Ele Sempre aparece. Quando as trevas forem mais densas, as ondas mais revoltas e se fizer a quarta vigília da noite, louvemos e cantemos ao Senhor. Porque está vindo ao nosso encontro. Creiamos nisto!