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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Poder Com Propósito


"Mas receberão poder quando o Espírito Santo descer sobre vocês, e serão minhas testemunhas em Jerusalém, em toda a Judéia e Samaria, e até os confins da terra." (Atos 1:8)

O que vem à sua mente quando você ouve a palavra dinamite? Eu automaticamente penso em algo explosivo. E quando algo é descrito como dinâmico, eu sei que é algo incomum ou extraordinário, algo que se destaca.

Jesus disse aos discípulos que receberiam poder quando o Espírito Santo viesse sobre eles. A palavra que Jesus usou para "poder" vem do grego "dunamis", a mesma palavra que dá origem à dinamite e dinâmico.

Você já viu uma mangueira de incêndio solta? Ela fica sem controle, podendo atingir pessoas e objetos. Ela pode ser muito destrutiva. Mas se você segurá-la e apontá-la na direção certa, você poderá fazer muitas coisas boas com ela.

O poder é emocionante quando usado para algo produtivo. Da mesma forma, Deus nos deu o poder do Espírito Santo para um propósito. O poder de Deus é prático. Ele não nos deu o Espírito Santo para que nos comportássemos de maneira estranha. Ele nos deu o Espírito Santo para sermos Suas testemunhas e para compartilharmos nossa fé de forma eficaz. É o poder com um propósito.

Quando o Espírito Santo veio sobre aqueles crentes do primeiro século no Dia de Pentecostes, a Bíblia diz que cerca de 3.000 pessoas creram em Jesus Cristo (Atos 2:41). Naquele momento, Pedro fez uma declaração importante sobre o Espírito Santo: o poder que tinham recebido não estava disponível apenas para eles, mas também estaria para as futuras gerações de crentes (Atos 2:39).

Isso significa que o mesmo poder está à nossa disposição para mudarmos o nosso mundo.

Que Deus abençoe!

Devocional Diário.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Honrando ao Senhor Jesus!


“Naqueles dias apareceu João, o Batista, pregando no deserto da Judéia.” Mateus 3.1. “Porque ele será grande diante do Senhor; não beberá vinho, nem bebida forte; e será cheio do Espírito Santo já desde o ventre de sua mãe;... irá adiante dele no espírito e poder de Elias, para converter os corações dos pais aos filhos, e os rebeldes à prudência dos justos, a fim de preparar para o Senhor um povo preparado.” Lucas 1.15-17.

João Batista era pastor de uma igreja no deserto. O deserto é lugar de sequidão, lá não tem ar-condicionado, não tem berçário, não tem estacionamento, não tem bebedouro, não    
                                                        tem revista, boletim dominical, não tem bancos, não tem banheiro.

João Batista era pastor de uma igreja no deserto, ele era filho de pastores, seu pai era sacerdote em Israel e sua mãe era descendente de Arão. Todo domingo, João pregava o mesmo sermão: “Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus.” Mateus 3.2.

“ Como está escrito no livro das palavras do profeta Isaías: Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor; endireitai as suas veredas.” Lucas 3.4João Batista só sabia pregar isso. A pessoa o procurava para falar de um casamento, de um negócio, de uma questão com o vizinho, João Batista respondia a mesma coisa: “Arrependei-vos”.

A roupa do Pastor:

“Ora, João usava uma veste de pelos de camelo, e um cinto de couro em torno de seus lombos; e alimentava-se de gafanhotos e mel silvestre.” Mt 3.4.
Imagine uma igreja no deserto, com um pastor que se vestia com pele de camelo e que almoçava gafanhoto. Você gostaria de almoçar com João Batista?
Mesmo com essa descrição, as pessoas de toda região iam ouvir João Batista, porque a multidão estava sedenta.“Então iam ter com ele os de Jerusalém, de toda a Judéia, e de toda a circunvizinhança do Jordão.” Mt 3.5.

João batizava ricos e pobres

“ E eram por ele batizados no rio Jordão, confessando os seus pecados.” Mt 3.6.
Eram por ele batizados, ricos e pobres. Quem morava na Judéia eram os fazendeiros e quem morava na beirada do rio eram os pobres, as pessoas carentes. A mensagem de João alcançava a todos.
Já imaginou se aquela igreja fosse só de pessoas ricas, ou só de pessoas pobres, ou só de gordos, só de crianças, só de anões, só de Jovens? Não, essa igreja tinha pessoas de todos os tipos e classe social, porque a mensagem do Senhor é para todos. João batizava todos à beira do Rio Jordão que simboliza o sangue de Jesus, porque todos somos iguais.

A palavra de João era dura
“Mas, vendo ele muitos dos fariseus e dos saduceus que vinham ao seu batismo, disse-lhes: Raça de víboras, quem vos ensinou a fugir da ira vindoura?” Mt 3.7.
“E já está posto o machado á raiz das árvores; toda árvore, pois que não produz bom fruto, é cortada e lançada no fogo.” Mt 3.10.
João Batista não era conivente com o erro, Ele confrontava o erro.

João honrava Jesus
“Eu, na verdade, vos batizo em água, na base do arrependimento; mas aquele que vem após mim é mais poderoso do que eu, que nem sou digno de levar-lhe as alparcas; ele vos batizará no Espírito Santo, e em fogo.” Mt 3.11.
É em Jesus que temos que firmar a nossa fé. Quantas vezes fui decepcionado, porque coloquei minha confiança no homem! O amor de Deus por nós é favor imerecido, não somos dignos de Jesus. Só tem um que nunca nos decepciona, o nome d’Ele é Jesus Cristo o Rei dos Reis.
O Senhor Jesus entrou nessa igreja porque ali ele era honrado. O altar de ouro não era o mais importante, o acolchoamento dos bancos, a roupa do pastor, o lustre não eram o mais importante. O mais importante era estar num lugar onde Ele era honrado.
Está cheio de mansões, casamentos, empresas que o Senhor não está presente, porque ali Ele não é glorificado.

Onde Jesus está o Espírito Santo está

“Batizado que foi Jesus, saiu logo da água; e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito Santo de Deus descendo como uma pomba e vindo sobre ele.” Mt 3.16.
Aquela igreja tinha a presença do Pai, do filho e do Espírito Santo
“ E eis que uma voz dos céus dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo.” Mt 3.17. Jesus era honrado pelo pastor da igreja, por isso o Pai, o filho e o Espírito Santo estavam ali também. Mais tarde João Batista é decapitado, e Jesus que é a Cabeça da Igreja, assume a igreja no deserto.

Não pense jamais que bens materiais, títulos, diplomas são o mais importante. O mais importante é honrarmos Jesus Cristo. Honre Jesus!
Fonte: Pr. Jorge Linhares

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Apesar do desaparecimento das filhas, mãe permanece firme na fé!



NIGÉRIA -

Juliana, uma viúva de 50 anos, que mora ao norte da Nigéria, sente-se atacada por todos os lados. Mesmo assim, ela se mantém firme em sua fé em Jesus Cristo. Ela é mãe de Diana, 19, e Maryamu, 21, que, em 2011, desapareceram do dormitório da escola em que estudavam.

As lutas na vida de Juliana começaram em 2004, quando seu marido foi atacado e morto por um grupo de extremistas. Os assassinos atacaram a vila onde a família morava e atearam fogo à casa de Juliana, deixando-a empobrecida e com o futuro incerto. Quando menos esperava, ela teve de assumir o cuidado e a provisão de seus filhos sozinha.

Um tempo depois, Juliana e suas três crianças mudaram-se para uma cidade próxima. Ela lavava roupas nas casas de outras pessoas para pagar pela comida e estudo de seus filhos. Um dia, enquanto caminhava para o trabalho, Juliana foi atropelada por um carro. O motorista fugiu, deixando-a inconsciente, com uma perna quebrada e sangrando muito. Felizmente, um "bom samaritano" a ajudou a chegar até a calçada e chamou a polícia. Ela foi levada para o hospital, mas, devido à fratura, teve de amputar sua perna.

Pela segunda vez, Juliana sentiu seu mundo desmoronar. Ela ficou sob observação médica por alguns meses até receber alta do hospital. Em janeiro de 2011, ela e seus filhos foram morar em Tafawa Balewa, uma área cristã da Nigéria. Lá, ela matriculou seus filhos no ensino médio graças ao apoio de uma igreja local que ficou sabendo de sua situação. Por muito tempo, Juliana encorajou suas duas filhas e seu filho a pensar e orar sobre o futuro, para que Deus o tornasse possível. Diana, Maryamu e Peter sempre a encorajaram também. Eles eram uma família muito unida.

Porém, outra calamidade os atingiu, dois meses depois. A escola onde as meninas estudavam foi fechada pelo Ministério da Educação do Estado de Bauchi. Assim, para completar sua formação, as meninas foram transferidas para uma escola pública em Yana, uma região predominantemente muçulmana, a 250 quilômetros de Tafawa Balewa.

Em uma suposta tentativa de eliminar os cristãos de Tafawa Balewa, extremistas executaram mais de 50 ataques na cidade ao longo de vários anos. Muitos cristãos foram mortos, escolas foram fechadas e outras medidas supressivas foram tomadas contra os servos de Deus. O desligamento da escola onde Diana e Maryamu estudavam era parte da estratégia, forçando todas as meninas cristãs a se realocarem em outra escola, em Yana.

A história de Juliana sofreu mais uma reviravolta quando suas filhas foram estudar longe de casa, em junho de 2011, junto com outras 15 meninas. Certa ocasião, quando alguns pais foram visitar a instituição nova, as autoridades da escola declararam "não saber" do paradeiro das estudantes. Elas haviam desaparecido, e ninguém sabia onde estavam. Até hoje, ninguém sabe se estão vivas ou mortas.

Juliana lamenta: "Acho que o fim de minha vida chegou. Perdi meu marido, uma perna e agora tenho mais uma dor inimaginável: os orgulhos da minha vida, Diana e Maryamu, sumiram. Elas enchiam o meu coração de alegria, ajudando-me de tantas formas! Agora, não consigo nem imaginar o que aconteceu com elas. Extremistas podem ter matado minhas filhas! O que faço sem elas?".

O importante é confiar em Deus
Hoje, Juliana anda com o auxílio de muletas. Mesmo estando muito traumatizada, ela sempre carrega sua Bíblia, para ser fortalecida por meio da Palavra de Deus. Seu filho, Peter, tem encorajado a mãe a confiar no Senhor.

"O diabo quer que eu duvide de Deus, mas não vou fazer isso. Vou continuar firme em Deus, mesmo que eu não saiba exatamente o que está acontecendo em minha vida. Vou continuar confiando nele. Quero ouvir dele a resposta para a minha situação", afirmou Juliana durante uma visita recente de um colaborador da Portas Abertas.

Na época, Juliana estava sofrendo, precisando de assistência médica, mas sem recursos para pagar por uma consulta. Ela também estava muito traumatizada pelo desaparecimento de suas filhas e precisando de aconselhamento espiritual e emocional. Ela tenta manter-se esperançosa na busca por suas filhas, mesmo sabendo que o desaparecimento de moças cristãs é comum no norte da Nigéria.

"A visita à Juliana foi muito especial e encorajadora", disse o colaborador da Portas Abertas. "Ela confessou abertamente que ninguém se ofereceu para ouvi-la desde que toda essa situação teve início em sua vida". Depois de orar com ela e compartilhar uma mensagem da Bíblia, o representante da Portas Abertas foi capaz de plantar um sorriso no rosto de Juliana. Mas, enquanto se despediam, um contato local chegou com a notícia de que militantes muçulmanos haviam invadido uma área da cidade e atearam fogo a alguns prédios. "Sob tais circunstâncias, deixei Juliana e voltei à cidade por outro caminho", concluiu ele.

* Pedidos de oração *

- Ore para que as filhas de Juliana e as outras 15 meninas que desapareceram sejam encontradas ilesas.
- Peça a Deus para que todos os cristãos de Tafawa Balewa mantenham-se firmes em sua fé.
- Interceda por Juliana, para que ela receba ajuda financeira e consiga pagar por uma assistência médica regular.
- Clame ao Espírito Santo para que Ele ministre na vida de Juliana e ela obtenha aconselhamento emocional para lidar com os traumas que sofreu.

Fonte: Portas Abertas