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sexta-feira, 27 de junho de 2014

O Primeiro e Maior Mandamento

"Respondeu Jesus: 'Ame o Senhor, o seu Deus de todo o seu coração, de toda a sua alma e de todo o seu entendimento.' Este é o primeiro e maior mandamento." (Mateus 22:37-38)

Há alguns anos atrás, cerca de trezentas baleias foram encontradas encalhadas em uma praia. Os cientistas especularam que elas estavam perseguindo sardinhas e ficaram presas na água rasa quando a maré baixou.

É irônico pensar que ao perseguir pequenas sardinhas, essas criaturas gigantescas foram levadas à sua condenação. Muitas pessoas desperdiçam suas vidas perseguindo sardinhas. Dão importância a futilidades e não têm foco claro ou objetivo em mente.

Mas Deus nos diz claramente qual deve ser o principal objetivo de todo cristão. Se conseguirmos manter nossas prioridades, todo o resto virá junto. Na verdade, se tivermos dois princípios operando em nossas vidas, em seguida todos os mandamentos de Deus vão se tornar uma consequência natural de nosso compromisso com Ele.

Quais são esses princípios? Um deles é: "Ame o Senhor, o seu Deus de todo o seu coração, de toda a sua alma e de todo o seu entendimento" (Mateus 22:37). E o outro é: "Ame o seu próximo como a ti mesmo" (verso 39).

Quando Jesus pronunciou essas palavras Ele estava identificando o que deve ser o foco de cada pessoa. Basicamente, Ele estava dizendo que o amor é a base de toda a obediência. Se você realmente amar a Deus, vai querer fazer naturalmente todas as coisas que agradam a Deus.

Foi dito: "Para quem não sabe aonde quer ir, qualquer caminho serve." Qual é a sua maior prioridade na vida? Quais são os seus objetivos?

Todos canalizamos nossas energias, paixões e pensamentos em direção a algo na vida. Quais são as suas prioridades e o seu objetivo na vida? Para onde você tem direcionado os seus esforços?

Que Deus continue abençoando-0s!

Devocionais.Diarios 

Pr. Paulo Júnior.

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Porque Ele é Digno

"Venham! Adoremos prostrados e ajoelhemos diante do Senhor, o nosso Criador; pois ele é o nosso Deus, e nós somos o povo do seu pastoreio, o rebanho que ele conduz. [...]" (Salmos 95:6-7)


A adoração pode transformar circunstâncias infelizes em um tempo maravilhoso. Mas, a motivação de nossa adoração não deve estar no nosso bom humor. Tampouco devemos nos abster da adoração somente porque estamos de mau humor. Devemos adorar simplesmente porque Deus é digno de adoração. Não importa pelo que estejamos passando, não importa quais sejam as circunstâncias, Deus merece sempre a nossa adoração. Deus se agrada quando O adoramos com um coração verdadeiro.

Deixe eu lhe dizer uma coisa: os seus problemas não desaparecem quando você adora a Deus, mas eles deixarão de parecer tão significativos, porque você passa a reavaliar a situação. Antes de começar a adoração parece que os seus problemas são muito grandes. Mas, quando você adora a Deus e pensa em Sua glória, Seu poder, Seu esplendor e Seu amor, você percebe que Deus é grande e poderoso e os seus problemas são minúsculos.

O livro de Atos conta a história de Paulo e Silas, que foram espancados e presos por pregar o evangelho. A Bíblia nos diz que à meia-noite eles adoravam a Deus (veja Atos 16:25). Enquanto eles cantavam e adoravam, houve um terremoto que abalou os alicerces da prisão. É maravilhoso quando você pode ficar por cima de seus problemas, como aconteceu com Paulo e Silas. Não falo da mente sobre a matéria; estou falando da fé sobre os problemas, sobre honrar o Deus verdadeiro, que continua no trono não importa pelo que você esteja passando.

Deus pode tirá-lo imediatamente de qualquer situação, como fez com Paulo e Silas. Às vezes, Deus vai mudar as suas circunstâncias. Outras vezes, não. Mas em todos os casos, Ele é digno de nossa adoração.

Que Deus te abençoe!

Devocional Diário.

sexta-feira, 26 de abril de 2013

As Raposinhas

    Apanhem para nós as raposas, as raposinhas que estragam as vinhas, pois as nossas vinhas estão floridas. (Ct 2:15)

     Alguns acreditam que estas raposinhas são uma espécie de parasitas que  crescem em volta das vinhas e começam a devastar, sorrateiramente a plantação. Um fato curioso é a semelhança que ela tem com a vinha e, portanto, somente um viticultor experiente poderá reconhecê-la e retirá-la antes que acabe com toda a plantação! Outros acreditam que são os filhotes das raposas.
    Tanto um quanto o outro o resultado é o mesmo: Destruição da vinha.
    E no nosso casamento o que seriam as raposinhas? São os pequenos conflitos, brigas e questões mal resolvidas ou não resolvidas. Tudo o que causa irritação, tira a paz e o sossego de um ou ambos os cônjuges. Existem casais que se irritam por questões tão pequenas que para um observador de fora, não passam de coisas de criança. Tem esposas que reclamam porque o marido larga a toalha molhada na cama, ou os sapatos pelo corredor, assim como os maridos reclamam da calcinha pendurada no registro do chuveiro, dos objetos que estavam em cima da mesa que de tão bem guardado que foram pela esposa, não conseguem encontrar. Então, pergunto: Vale mesmo a pena brigar por coisas tão sem importância? Que tal analisarmos esses pequenos entraves matematicamente?  Quanta energia se gasta numa briga por essas coisinhas, ou seriam raposinhas? Assim como as raposinhas destroem aos poucos, a vinha pela raiz, que vai murchando e secando até morrer, essas “coisinhas” aos poucos vão murchando o carinho, a amizade, o respeito e secando o amor entre os cônjuges até que não haja mais casamento. Sendo assim para salvarmos o casamento precisamos eliminar as raposinhas. Gastaríamos bem menos energia se ao invés de reclamarmos porque o nosso cônjuge deixou de fazer algo e começar uma briga, fizéssemos aquilo que ele (ela) deixou de fazer. Se ao invés de reclamar da calcinha no registro, pegarmos a mesma e a pendurarmos no varal e se ao invés de reclamar dos sapatos no corredor, guardarmos os mesmos na sapateira, economizamos energia, marcamos pontos com nosso cônjuge e mantemos a saúde de nosso casamento. Então, mãos a obra! Eliminemos de nosso casamento as raposinhas e corrijamos os erros ao invés de reclamarmos deles. Como diz provérbios 15:1  A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira.   Sejamos brandos, mansos e amorosos e vivamos felizes!  
No amor de Cristo,
Pr. André Sabatini 
Se tiver algo que você vive pedindo ao seu cônjuge para fazer ou deixar de fazer, escreva nos comentários e vamos ver se são problemas comuns dos homens e mulheres, ou algo isolado.

Fonte: http://casaiscompropositos.blogspot.com.br/2013/03/as-raposinhas.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed:+CasaisComPropsitos+(Casais+com+Prop%C3%B3sitos)

quinta-feira, 25 de abril de 2013

'Síria é a maior tragédia humana do século', diz cirurgião do MSF

Integrante da organização Médicos sem Fronteiras conta ao jornal O Estado de S.Paulo o que viu no país
Médico alerta para riscos para ONGs na Síria - Divulgação/MSFMSF.jpg

O médico Paul McMaster não consegue se esquecer da primeira vez que teve de escolher, entre dezenas de feridos em uma explosão na Somália, as crianças que tentaria salvar e as que deixaria morrer - não havia tempo ou recursos para todos. Há uma década separando a vida da morte nos hospitais de campanha que leva aos campos de guerra, o cirurgião da Médicos Sem Fronteiras (MSF) afirma, irredutível: "A Síria é, de longe, a maior tragédia humana deste século".

Aos 70 anos, ele cruzou as montanhas da fronteira com a Turquia à noite, arrastando-se "como um crocodilo", e entrou secretamente na Síria para dar apoio à equipe em um centro cirúrgico improvisado no subterrâneo de uma caverna. Três semanas depois, o local foi bombardeado pelas forças de Bashar Assad.

Ex-professor de cirurgia nas universidades de Cambridge e Birmingham, McMaster esteve em países como Somália, Ruanda, Congo, Burundi, Sri Lanka, Afeganistão, Paquistão e Haiti. Nessa entrevista, ele conta o que viu na Síria.

Leia a entrevista no site do Jornal O Estado de S.Paulo: 

Qual a situação na Síria?Paul McMaster: (Ele mostra a foto de uma sala de cirurgia no que parece ser um subterrâneo com teto e paredes de terra). Este era um hospital de campanha improvisado dentro de uma caverna, muito próximo de um dos palcos da guerra (possivelmente Alepo). Nós saímos desse lugar em dezembro, pois senti que estava muito perigoso. Havia bombardeios constantes e próximos. Quando as bombas caíam, as lâmpadas balançavam, partes do teto ruíam. Eu sabia que era uma questão de tempo. Então, mudamos para outro lugar, uma fazenda, e improvisamos o hospital ali. Três semanas depois, o antigo local foi bombardeado e completamente destruído. Teríamos morrido todos!
Como o senhor e suas equipes chegaram às áreas de conflito?
Paul McMaster: Atravessamos as montanhas à noite, nos arrastando como crocodilos. Você vai até um ponto de travessia na fronteira com a Turquia, vence a cerca de arame farpado e um jovem guia (partidários dos rebeldes ou que ajudam estrangeiros a entrar no país por dinheiro) se oferece para carregar sua mochila, acende um cigarro e some na montanha. Você só precisa segui-lo. É assim que estamos conseguindo colocar nossas equipes dentro da Síria. Mas, dos médicos, eles não cobram, só de jornalistas (risos).
Há sinal do governo sírio sobre o acesso à ajuda humanitária?Paul McMaster: Se quer saber se temos autorização para operar na Síria, não, não temos! Bombardearam o meu hospital! Aquilo foi uma mensagem muito clara (do governo sírio).
Onde as equipes operam?Paul McMaster: Estamos operando 3 hospitais de campanha no noroeste do país, não posso revelar o local exato. Mas precisamos de mais gente e suplementos. O conflito se expandiu para o sul, de Alepo a Homs, de Damasco até Dera. Toda essa faixa do oeste do país, na fronteira com a Turquia, Líbano e Jordânia, está em conflito. Estamos fazendo de tudo para chegar ao sul. Nosso temor é o de que a situação seja ainda pior onde não temos acesso.
Quais são as condições nos hospitais de campanha?Paul McMaster: Não estão em grandes tendas, como os que temos no Haiti ou Afeganistão. Na Síria, temos de montar os hospitais subterrâneos, onde nossos cirurgiões podem operar em relativa segurança. E estão lotados, inundados de sangue. Tivemos dificuldades de recrutar médicos, as enfermeiras são pessoas das redondezas que vieram oferecer ajuda e nós as treinamos. A segurança limita nossos passos e a chegada do material. Então, o que estamos fazendo na Síria é o atendimento clássico de guerra: gerenciar o desastre com recursos limitados. Não podemos ter uma UTI numa caverna, não temos banco de sangue suficiente, o que podemos fazer são cirurgias emergenciais que salvam vidas.
Quando o sr. fala em atendimento clássico de guerra com recursos limitados, está dizendo que precisa fazer escolhas?Paul McMaster: Sim, existe uma triagem... Esse é o tipo da coisa que temos de fazer num cenário de guerra. Você tem os que podem esperar - com fraturas, ferimentos que não precisam de cirurgia - e os que estão em estado gravíssimo. Se focarmos nestes, a equipe não faz mais nada. É o grupo do meio que você trata. Aqueles com ferimentos sérios, que precisam de uma cirurgia que vai durar uma hora, uma hora e meia e podemos atender outro e o próximo. A ética é a do maior benefício para o maior número de pessoas. Em São Paulo ou em Londres você trabalha com o principio igualitário: o que quer que um paciente precise, deve-se atender. No cenário de uma guerra, quando uma bomba explode e os feridos estão chegando, isso não é possível, e alguém tem de fazer essa escolha.
O sr. se lembra quando teve de fazer essa escolha pela primeira vez?Paul McMaster: Sim. Somália... Eu me lembro bem. Sempre me lembrarei. Houve uma grande explosão a bomba em Kismaayo, no sul da Somália, e cinco crianças estavam entre as vítimas. Tínhamos cerca de 40 ou 45 feridos, quase todos graves, muitas amputações. Eu tive de decidir que duas das crianças nós não tentaríamos salvar, porque os ferimentos eram tão severos que consumiriam recursos e tempo de cirurgia com os quais poderíamos salvar mais vidas. Tenho três netos e essa é uma escolha muito dura a fazer. (Ele faz um longo silêncio). Parte do meu trabalho para a MSF agora é preparar médicos para enfrentar esse tipo de situação no campo.
Como é a situação dos refugiados?Paul McMaster: Há 1,5 milhão de refugiados em campos na Turquia, Líbano, Jordânia e um pouco no Iraque, segundo a ONU. Nos últimos 4 ou 5 meses, o número aumentou muito e esses países já não conseguem absorvê-los. Desde dezembro, temos recebido um número crescente de feridos vindos do sul da Síria - 300 por mês estão chegando à Jordânia! E não estamos falando de soldados. Mais de 70% das pessoas que tratamos são civis feridos ou pessoas com sérias necessidades médicas, como diabéticos, que estão sem medicamentos.
Pelas condições dos feridos que chegam à Jordânia, o que o sr. pode dizer sobre o que está ocorrendo no sul da Síria?Paul McMaster: Estamos vendo ferimentos a bomba e ferimentos de artilharia. Veja, sou um simples médico, não posso comentar, tenho de ser neutro e imparcial... Mas isso é uma guerra civil completa e de larga escala! No campo, testemunhamos helicópteros M25 despejarem bombas de cacho (ele faz um gesto com as mãos, mostrando como o artefato explode em diferentes direções) e elas provocam destruição em massa. Você se sente esmagado por isso.
Entre os refugiados, quanto estão seriamente feridos?Paul McMaster: A maioria. Eu diria cerca de 80 a 85% dos casos são severos. E estes são os que conseguem chegar. Muitos não podem se mover, têm ferimentos e fraturas múltiplas graves, e ficam para trás, assim como os velhos e as crianças, encolhidos de medo. As ambulâncias muitas vezes chegam trazendo só corpos. O transporte é feito por organizações sírias ou informalmente. Na fronteira, têm de esperar por escolta da polícia local e muitos morrem no caminho. Estamos em negociação com o Ministério da Saúde da Jordânia para colocar um hospital cirúrgico no campo de refugiados. Nossa esperança é de que, dali, possamos encontrar uma forma de chegar ao sul da Síria. Atualmente, isso não é possível, as autoridades sírias estão restringindo os deslocamentos dentro do país e não é seguro.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Nas Dificuldades, Jesus chega atrasado?

“(…) já se fazia escuro e Jesus ainda não viera ter com eles (…) por volta da quarta vigília da noite, veio ter com eles, andando por sobre o mar.” (João, 6.17b e Marcos, 6.48b) ”Ainda” . Com essa palavra, João parece denunciar o ambiente de inquietação que se instalava entre os discípulos no meio do mar. Por mais que eles relutassem em tecer tais conjecturas, as altas ondas, o rijo vento, o barco afundando, a hora avançada, as forças mitigadas, o negrume da noite, todas as coisas pareciam apontar para um “atraso” divino, uma falta de sincronia entre a ação de Deus e as necessidades humanas, uma distração de Deus em face ao desespero humano. Diz o texto que, naquele momento de medo, pânico, perplexidade, e de total incapacidade de não atribuir a Deus a falibilidade humana, Jesus vem andando por sobre as águas e o Seu relógio marcava a quarta vigília da noite. Teria Deus perdido a hora? Dormido no ponto? Havia o relógio divino trabalhado descompassado com a hora do nosso sofrimento? Teria Ele abdicado do compromisso radical que tem com as nossas vidas? Não! Diz o texto enfaticamente: Ele veio na quarta vigília da noite. Por que? Porque é na quarta vigília que a noite se faz mais escura, as ondas mais revoltas e os ventos mais rijos em razão da proximidade do nascer do sol (o texto atesta esse fenômeno quando diz que neste período eles remavam com dificuldade “porque o vento lhes era totalmente contrário”). Como sempre, o relógio de Jesus estava rigorosamente pontual. Veio quando a escuridão era mais densa, as ondas mais encapeladas e os ventos totalmente adversos. O relógio de Jesus é assim: sincronizado com o nosso sofrimento e as nossas dores. Jamais chega atrasado em nossa vida para a manifestação de Sua graça e de Sua misericórdia. Jamais posterga o milagre esperado. Ele sempre aparece quando a noite se faz mais escura e os ventos são totalmente contrários. Talvez, muitos de nós estejamos, hoje, vivendo essa “síndrome do ainda”. Uma terrível sensação de que Deus perdeu a hora, Deus perdeu o bonde da história de nossa vida; um Deus atrasado em cumprir as Suas promessas. Talvez, muitos de nós estejamos nutrindo em nossas vidas essa idéia de um Deus distraído e incapaz de manifestar a Sua graça no tempo certo de nossos sofrimentos. Precisamos entender isto: o Relógio de Jesus nunca falha. Ele Sempre aparece. Quando as trevas forem mais densas, as ondas mais revoltas e se fizer a quarta vigília da noite, louvemos e cantemos ao Senhor. Porque está vindo ao nosso encontro. Creiamos nisto!

domingo, 1 de agosto de 2010

Chegada a Verona / Itália

Ontem dia 31/07/2010, chegamos (eu, minha esposa Clareth e Josué Teixeira) em Verona, Itália. Meu Deus, como foi marcante para nós, é o começo de uma vida missionária no campo da Europa. O nosso vôo foi uma benção, saímos dia 30/07/2010 de Confins, Bh no horário de 15:45 e chegamos à São Paulo - Guarulhos às 16h50. Esperamos até às 19h45 para embarcarmos no próximo vôo que foi às 21h20. Estas horas passaram muito rapidamente e foi de se espantar, pois nosso coração não acreditava que estava a acontecer aquilo que Deus nos falou. Mas as coisas que Deus faz são assim, maravilhosas, nos prometeu enviar ao campo missionário e nos enviou.
Chegamos ao aeroporto de Malpenza (Milão) Itália às 14h30. Fomos abençoados pelo Pr. Celso Venancio que nos buscou e nos levou para sua casa em Verona, lugar lindo que Deus nos enviou para falar do Seu Amor Eternal. Ficamos estagnados e estarrecidos ao ver a beleza local, mas não tira nada da responsabilidade que Deus nos imbuiu de realizar.
Já chegamos nos arrumando para ir ao culto à noite e lá foi uma benção. Pudemos conhecer uma parcela do corpo de Cristo e muito nos alegrou da recepção da igreja, o pr. Celso nos apresentou e disse que estava ali naquele momento o casal que a igreja estava orando e pedindo a Deus par trazê-los, Glória a Deus. Levamos uma palavra que Deus confirmou-a enchendo os corações dos que estavam ali de fé, esperança e amor. No final do culto teve uma festa para comemorar o aniversário da primeira dama Janice Venâncio.
No domingo pela manhã estivemos no culto de Ceia do Senhor e conhecemos mais irmãos, e mais alegres ficamos, foi uma maravilha o culto. À tarde, estivemos ali na cidade de Caprino, perto das montanhas, meu Deus, o culto está acontecendo no térreo de uma fazenda local. O irmão José abriu suas portas para a igreja e juntamente com o pr. Cris estivemos ali. Tive a oportunidade de ver o agir de Deus enquanto ali pregamos. Deus é misericordioso e abençoou-nos tremendamente. Saímos dali com o coração cheio de amor por aqueles irmãos também.
Saímos dali e o nosso irmão Ezequias nos direcionou para o seu lar para nos dar um grande café da tarde que estava muito delicioso e conhecemos sua família.
Ele nos levou a um supermercado ali perto e compramos algumas coisinhas para o Josué.
Voltamos para casa e fomos descansar, já que aqui não têm culto à noite no domingo. Muitas pessoas só podem vir à igreja apenas uma vez no dia, e foi optado pela parte da manhã ter culto. Estamos indo descansar agora. Deus vos abençoe grandemente.
Missionário Paulo Júnior - 23h14 - dia 01/08/2010