Mostrando postagens com marcador louvor. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador louvor. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

A Moeda Verdadeira


"Habite ricamente em vocês a palavra de Cristo; ensinem e aconselhem-se uns aos outros com toda a sabedoria, e cantem salmos, hinos e cânticos espirituais com gratidão a Deus em seus corações." (Colossenses 3:16)


"É preciso ficar um grande tempo lidando com dinheiro falso para saber identificá-lo", disse Ruth Bell Graham certa vez a um homem que era o encarregado de identificar dinheiro falso para a Scotland Yard.


"Não", respondeu ele. "Nós nunca tocamos o dinheiro falso. Durante todo o dia apenas lidamos com a moeda verdadeira. E quando aparece uma nota falsa podemos rapidamente detectá-la."

Como cristão, você poderia enlouquecer tentando manter-se atualizado com as últimas heresias e falsos ensinamentos espalhados pelo mundo. Mas se você se familiarizar com a Palavra de Deus, reconhecerá imediatamente ensinamentos falsos. Você ouvirá alguém dizer algo e pensará consigo mesmo: isso não está certo. Se você se mantiver ligado à Palavra de Deus, saberá de fato diz e o que ela não diz, porque Deus lhe dará discernimento espiritual.

Passe algum tempo hoje estudando a "moeda verdadeira". Se há um momento em que precisamos de discernimento espiritual, este momento é agora. Nas palavras do apóstolo Paulo: "Habite ricamente em vocês a palavra de Cristo; ensinem e aconselhem-se uns aos outros com toda a sabedoria, e cantem salmos, hinos e cânticos espirituais com gratidão a Deus em seus corações." (Colossenses 3:16)

Que Deus abençoe!

Devocional Diário.

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Porque Ele é Digno

"Venham! Adoremos prostrados e ajoelhemos diante do Senhor, o nosso Criador; pois ele é o nosso Deus, e nós somos o povo do seu pastoreio, o rebanho que ele conduz. [...]" (Salmos 95:6-7)


A adoração pode transformar circunstâncias infelizes em um tempo maravilhoso. Mas, a motivação de nossa adoração não deve estar no nosso bom humor. Tampouco devemos nos abster da adoração somente porque estamos de mau humor. Devemos adorar simplesmente porque Deus é digno de adoração. Não importa pelo que estejamos passando, não importa quais sejam as circunstâncias, Deus merece sempre a nossa adoração. Deus se agrada quando O adoramos com um coração verdadeiro.

Deixe eu lhe dizer uma coisa: os seus problemas não desaparecem quando você adora a Deus, mas eles deixarão de parecer tão significativos, porque você passa a reavaliar a situação. Antes de começar a adoração parece que os seus problemas são muito grandes. Mas, quando você adora a Deus e pensa em Sua glória, Seu poder, Seu esplendor e Seu amor, você percebe que Deus é grande e poderoso e os seus problemas são minúsculos.

O livro de Atos conta a história de Paulo e Silas, que foram espancados e presos por pregar o evangelho. A Bíblia nos diz que à meia-noite eles adoravam a Deus (veja Atos 16:25). Enquanto eles cantavam e adoravam, houve um terremoto que abalou os alicerces da prisão. É maravilhoso quando você pode ficar por cima de seus problemas, como aconteceu com Paulo e Silas. Não falo da mente sobre a matéria; estou falando da fé sobre os problemas, sobre honrar o Deus verdadeiro, que continua no trono não importa pelo que você esteja passando.

Deus pode tirá-lo imediatamente de qualquer situação, como fez com Paulo e Silas. Às vezes, Deus vai mudar as suas circunstâncias. Outras vezes, não. Mas em todos os casos, Ele é digno de nossa adoração.

Que Deus te abençoe!

Devocional Diário.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Louvor, a causa da vitória


O louvor é uma expressão de júbilo do povo de Deus tanto nos momentos de profusa alegria como no vale da dor mais atroz. Jesus, estando com sua alma angustiada, na noite em que foi traído, depois de celebrar a ceia com seus discípulos, no cenáculo, cantou um hino e saiu para o monte das Oliveiras, onde travou uma luta de sangrento suor e derramou lágrimas, na mais titânica batalha da humanidade.
 Paulo e Silas cantaram na prisão, à meia noite, com seus pés presos no tronco e com seus corpos ensanguentados. O patriarca Jó, mesmo esmagado pela dor avassaladora da morte de seus dez filhos, num único acidente, prostrou-se com o rosto em terra e adorou a Deus. Mais tarde chegou a dizer que Deus inspira canções de louvor nas noites escuras.
Queremos examinar o assunto em tela, examinando a passagem de 2 Crônicas capítulo 20. Josafá, rei de Judá, homem piedoso e temente a Deus foi entrincheirado por três nações inimigas: Edom, Amom e Moabe. Esses inimigos entraram em acordo para atacar Jerusalém. A cidade de Davi estava cercada. Os adversários já estavam posicionados, estrategicamente, às margens do Mar Morto, muito próximo de Jerusalém. A notícia chegou ao rei de Judá numa hora em que não se tinha tempo suficiente para esboçar qualquer reação àquele grande exército invasor. Nesse momento, Josafá teve medo. Sabia que era uma causa humanamente perdida. Sabia que o tempo conspirava contra ele. Sabia que seus recursos eram insuficientes para entrar naquela peleja. Em vez de desesperar-se, porém, Josafá pôs-se a buscar o Senhor, e decretou um jejum em todo o Judá e conclamou o povo a orar. O próprio rei confessou não saber o que fazer, mas reafirmou sua confiança em Deus, quando disse: “os nossos olhos estão postos em ti”.
Quando o povo clama a Deus, a resposta vem e vem trazendo orientação segura. O povo não deveria temer. Deus lutaria por ele. A vitória não viria do braço da carne nem da estratégia militar. Deus mesmo desbarataria seus inimigos e lhes daria retumbante vitória. Surpreendentemente, Deus ordenou que se ordenasse cantores que, fossem à frente do exército, cantando louvores ao Senhor, em voz alta sobremaneira. A vitória viria não pela espada, mas pelo louvor. Viria não pelo combate, mas pela adoração. Diz a Escritura que, tendo eles começado a cantar e a dar louvores a Deus, o Senhor pôs emboscada contra os inimigos e eles foram desbaratados. A vitória não veio como resultado da batalha, mas como consequência do louvor. O louvor não é apenas arma de guerra, mas o brado do triunfo. O louvor não é apenas consequência da vitória, mas, sobretudo, a causa da vitória. Não devemos louvar a Deus apenas depois que o inimigo foi derrotado, mas devemos louvar para que o inimigo seja derrotado. Não devemos louvar apenas porque o sol está brilhando, mas devemos louvar mesmo nas noites escuras. Não devemos louvar apenas depois que a tempestade se foi, mas louvar para que ela se vá. O louvor é uma expressão de confiança inabalável de que Deus está no controle da situação, mesmo que nós já tenhamos perdido o controle. O louvor é a manifestação de nossa alegria em Deus, mesmo que as circunstâncias à nossa volta conspirem contra nós. O louvor não é apenas um sentimento ou uma emoção, mas uma atitude de descansar em Deus e exultar em sua bondosa providência.
Quando o povo de Israel chegou no acampamento do inimigo, o vale da ameaça, encontraram seus adversários mortos e o acampamento repleto de ricos despojos. O vale da ameaça foi chamado de “vale da bênção”. O lugar do perigo, tornou-se o território da vitória. O ambiente de apreensão e medo, transformou-se no palco da celebração. A arena da espoliação, converteu-se em campo fértil da provisão. Aquilo que apontava para a morte irremediável, transformou-se no cenário mais eloquente da vida. O louvor ainda hoje nos coloca acima dos problemas e mais perto daquele que está assentado na sala de comando do universo.