"Respondeu Jesus: 'Digo-lhes a verdade: Ninguém que tenha deixado casa, irmãos, irmãs, mãe, pai, filhos, ou campos, por causa de mim e do evangelho, deixará de receber cem vezes mais já no tempo presente casas, irmãos, irmãs, mães, filhos e campos, e com eles perseguição; e, na era futura, a vida eterna.'" (Marcos 10:29-30)
No filme Gladiador, Maximus Decimus Meridius, levando suas tropas para a batalha, declarou: "O que fazemos em vida ecoa na eternidade."
Essa é uma afirmação verdadeira. O que fazemos em vida ecoa na eternidade. Agimos como se tudo o que pode ser feito devesse ser feito durante nossa vida na terra, e temos de fazer tudo o que pudermos com o nosso tempo, habilidades e recursos. Há um grande elemento de verdade nisso, porque nós certamente não queremos desperdiçar as nossas vidas. E quando a vida é interrompida ou dificultada por uma deficiência ou uma doença, quando uma criança ou um jovem morre, pensamos: Que tragédia! Que perda!
Depois, há pessoas que viveram vidas perversas, que não fizeram nada com o que Deus lhes deu e se opuseram a Deus de toda a forma - mesmo fazendo dano com suas próprias vidas. E pensamos: Uau! Eles continuam a viver, enquanto essa outra pessoa que prometia tanto e com potencial tão grande se foi! Por que pensamos assim? Porque pensamos que tudo o que vai acontecer, irá acontecer somente nesta vida e... acabou.
Mas isso não é o que a Bíblia ensina. A Bíblia ensina que a vida continua, e que Deus não irá perder ou desperdiçar nenhuma vida, nenhum dom. Ela nos lembra que a morte, para o cristão, não é o fim de uma vida, mas uma continuação dela em um outro lugar, e que Deus tem outros lugares e tempos em que essa vida talvez possa atingir seu pleno potencial.
Quaisquer que sejam os sacrifícios que você tenha feito lhe serão recompensados. Deus não será o seu devedor. Estou plenamente confiante de que, naquele último dia, você vai reconhecer que tudo isso valeu a pena.
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Que Deus continue abençoando!
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domingo, 4 de junho de 2017
Ecoando na Eternidade
sábado, 3 de junho de 2017
Nunca Ocupado Demais!
"Jesus, parando, chamou-os e perguntou-lhes: 'O que vocês querem que eu lhes faça?'" (Mateus 20:32)
Imagino que Davi estava sentado certa noite numa grande pastagem, contemplando toda a glória da criação de Deus, quando escreveu: "Senhor, que é o homem para que te importes com ele, ou o filho do homem para que por ele te interesses?" (Salmo 144:3).
Eis uma boa pergunta: por que Deus se importaria conosco? Não sei; mas sei que Ele se importa. Se algo nos diz respeito, diz respeito também a Ele. Se é um fardo para nós, então, certamente, é um fardo para Ele também, fardo com o qual Ele quer lidar e resolver.
Vemos isso ilustrado na vida de Jesus. Ele estava a caminho de Jerusalém para morrer na cruz. Seu coração pesava. Ele tinha acabado de soltar a "bomba" de que ia ser crucificado. Sabia que o seu fim estava próximo. Ainda assim, deu-se ao trabalho de conceder do Seu tempo a dois cegos em necessidade.
A Bíblia nos conta que eles estavam sentados à beira da estrada de Jericó quando ouviram dizer que Jesus vinha. Então começaram a berrar: "Senhor, Filho de Davi, tem misericórdia de nós!" (Mateus 20:30). As pessoas tentaram aquietá-los, mas isso os deixou ainda mais determinados a chamar a atenção d'Ele.
Então Jesus parou e lhes perguntou: "O que vocês querem que eu lhes faça?" (versículo 32).
Eles Lhe disseram: "Senhor, queremos que se abram os nossos olhos" (versículo 33). A Bíblia nos conta que Jesus teve compaixão deles e tocou seus olhos e que imediatamente eles puderam enxergar.
Isso é um lembrete de que Deus nunca está ocupado demais para nós. Podemos achar que Deus tenha muita atividade no universo e Ele tem. Mas somos Seus filhos, e Ele sempre tem tempo para ouvir nossas orações.
Não esqueça de compartilhar com teus amigos esta palavra se ela tocou em teu coração!
segunda-feira, 24 de abril de 2017
Dispostos a Assumir Riscos
"Disse Pedro: 'Não tenho prata nem ouro, mas o que tenho, isto lhe dou. Em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, ande'. Segurando-o pela mão direita, ajudou-o a levantar-se, e imediatamente os pés e os tornozelos do homem ficaram firmes." (Atos 3:6-7)
Quando Pedro olhou para o homem aleijado sentado à porta do templo e disse "Em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, ande" (Atos 3:6), Pedro estava dando um grande passo de fé. Não havia nenhum plano B. Se o homem não fosse curado, ele iria ficar muito irritado. E Pedro iria parecer ridículo.
Mas fé não é fé se não houver riscos. A fé é algo vivo e inquieto e não pode ser inoperante. A fé não tem porta dos fundos. Não há rede de segurança.
Esta pode ser uma das razões pelas quais Deus usa tão poderosamente os jovens. Eles estão dispostos a assumir riscos. À medida que envelhecemos, tornamo-nos mais cautelosos. Por que? Porque tivemos experiências na vida que nem sempre foram como nós esperávamos. Como resultado, tornamo-nos um pouco mais cuidadosos. Mas quando jovens, estamos dispostos a tentar. Assim, muitas das grandes coisas que Deus faz ocorrem através dos jovens.
Quando comecei a nossa igreja, eu tinha 19 anos. Não tinha ideia do que eu estava fazendo. Mas, de certa forma, minha ignorância foi abençoada. Eu apenas segui adiante, acreditando que Deus poderia fazer um trabalho. Mas à medida que envelhecemos, tornamo-nos mais cautelosos e temos certos receios. E se falharmos? Podemos nos sentir como aquele pessimista que disse: "Se no início você não conseguir, destrua todas as provas de que você tenha tentado." Você pode falhar. E é aí que entra a fé.
Mas deixe-me fazer-lhe uma pergunta: E se der certo? Você está disposto a assumir um risco para o reino de Deus? Você está disposto a iniciar uma conversa sobre Cristo? Está disposto a orar por alguém? Está disposto a acreditar que Deus poderia trabalhar através de você?
Que Deus continue abençoando tua vida!
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