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terça-feira, 28 de janeiro de 2014


Uma Vida Transformada

Muitos cristãos concordam prontamente que Jesus Cristo voltará. Mas a questão é: se cremos nisso, o quanto isso deveria afetar a forma como vivemos? Deveríamos estar interessados em falar as grandes verdades da vida Cristã e em aplicá-las ao modo como vivemos. Tiago 5:8 diz: "Sejam também pacientes e fortaleçam o coração, pois a vinda do Senhor está próxima."   
      
"Todo aquele que nele tem esta esperança purifica-se a si mesmo, assim como ele é puro." (1 João 3:3)


É importante lembrarmos que Deus não nos deu as profecias das Ecrituras para nos entretermos ou nos sentirmos atormentados. Ao invés disso, essas verdades nos foram dadas por uma série de boas razões. Uma delas é a de nos motivarmos à santificação e ao evangelismo ousado. A verdade a respeito do retorno iminente de Cristo, deveria fazer com que quiséssemos viver uma vida santa e isso deveria nos causar um efeito purificador. Ela deveria nos manter espiritualmente "com os pés no chão".

É interessante notar que quando Deus aponta os problemas espirituais de uma nação, Ele não aponta o dedo para o governo. Ele aponta o dedo para a igreja. Deus diz que quando uma nação está doente, é porque há um problema em Sua igreja. Mas Ele também nos diz como resolver esse problema: "E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra." (2 Crônicas 7:14)

A pergunta é: o quanto a proclamação do retorno de Cristo lhe afeta? Não se preocupe com o resto do mundo, nem mesmo com os seus amigos cristãos; mas, com o quanto essa verdade afeta você!

Que Deus abençoe!

Devocional Diário.

sábado, 18 de janeiro de 2014

SUDÃO DO SUL


Pastores estão presos no país
Dois membros da Igreja Presbiteriana no Sudão do Sul, Reverendo Idris Joshua e o Pastor David Gayin, foram presos em suas casas pelas forças de segurança. Eles estão incomunicáveis, sem acesso a um advogado ou família, e correm risco de serem torturados ou sofrerem outros tipos de abusos.
Os guardas arrombaram a porta, entraram na casa do Reverendo Joshua em Juba, capital do Sudão do Sul, às 10hs da manhã, e de acordo com testemunhas, atiraram três vezes para o alto antes de prendê-lo e levá-lo em uma viatura. Eles também revistaram e confiscaram materiais pertencentes a eles e aos membros de sua família, incluindo telefones móveis, chaves da casa, laptops e documentos.

No mesmo dia, por volta das 10 da noite, as forças de segurança fizeram o mesmo na casa do pastor Gayin e o prenderam. Nenhuma justificativa foi dada às famílias dos líderes cristãos, e o paradeiro deles permanece desconhecido.

Deter alguém por mais de 24 horas sem permissão da corte, como os dois cristãos foram presos, é ilegal no Sudão do Sul. O Artigo 19(4) da Constituição Transitória da República do Sudão do Sul estabelece que um suspeito deve ser liberado sob fiança após 24 horas, a menos que uma corte decida que ele permaneça na prisão, o que não aconteceu com esses irmãos.

Pedidos de oração: 
  • Ore pela liberdade religiosa no Sudão do Sul e para que a Igreja cresça cada vez mais nesse país.
  • Interceda pela vida dos pastores que estão presos no país, para que perseverem na fé e consigam recuperar a sua liberdade.

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Todos os olhares estão sobre o Sri Lanka


O histórico de direitos humanos do Sri Lanka foi questionado durante a cúpula de Commonwealth (Comunidade Britânica), em Colombo. Diversos líderes boicotaram o evento e o primeiro-ministro da Grã-Bretanha, David Cameron, garantiu que faria "duras perguntas" ao presidente do Sri Lanka, Mahinda Rajapaksa  
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Uma das linhas de questionamento pode ser focada no relacionamento do Sri Lanka com as minorias religiosas. Em um país dominado por budistas, a minoria cristã (cerca de 7%) e muçulmana (10%) tem reclamado de discriminação e agressões.
Entre janeiro e setembro deste ano, foram registrados 64 atos de violência contra cristãos, muitos ligados ao grupo extremista budista Bodu Bala Sena, incluindo incêndios criminosos, demolição de igrejas, ataques de multidão e agressões, informou a organização Christian Solidarity Worldwide (CSW).
O ataque à Aliança Evangélica Cristã Nacional do Sri Lanka (NCEASL, sigla em inglês), agora é o ato de número 65. "Pastores têm sido ameaçados, sujeitos à coação e fechamento forçado de igrejas e outras formas de discriminação. E até mesmo alguns cristãos têm sido forçados a renunciar sua fé", contou Yamini Ravindran, da NCEASL, à rede BBC.
Enquanto isso, o governo anunciou planos para introduzir regulamentações contra publicações que "difamem os ensinamentos originais e as tradições das grandes religiões". Embora seja uma medida positiva exteriormente, a legislação tem sido assemelhada às controversas "leis anti-conversão" da vizinha Índia.
O Centro para Alternativas Políticas, um laboratório de ideias sediado em Colombo, disse que as propostas colocariam um "selo de aprovação oficial no deslize do Sri Lanka em direção ao extremismo religioso majoritário e à violência sectária".
Sobre as "leis anti-conversão" da Índia, a Comissão dos EUA sobre Liberdade Religiosa Internacional, um órgão consultivo do congresso norte-americano, disse que "embora com a intenção de reduzir conversões forçadas e diminuir a violência popular, os estados com essas leis têm mais incidentes de intimidação, assédio e violência contra as minorias religiosas, especialmente os cristãos, do que os estados que não as têm".
A CSW informou que autoridades do Sri Lanka começaram a pedir às igrejas estabelecidas para provar sua legalidade a fim de terem permissão de continuar funcionando. Durante uma visita ao Sri Lanka, em setembro, a Alto Comissária da ONU para os Direitos Humanos, Navi Pillay, disse que estava "especialmente alarmada com a recente onda de incitamento ao ódio e à violência contra as minorias religiosas, incluindo os ataques a igrejas e mesquitas, e com a falta de ação rápida contra os agressores".
Ela disse que o governo "parecia minimizar essa questão ou até colocar a culpa nas comunidades minoritárias". Navi disse que ouviu relatos "perturbadores" de proteção do Estado a grupos extremistas e instou com o governo para enviar "o sinal mais forte possível de tolerância zero" a tais atos, punindo os agressores.
Entretanto, antes da cúpula de Commonwealth, o ministro de comunicação social disse que o país não seria intimidado. "Somos uma nação soberana. Você acha que alguém pode fazer alguma exigência ao Sri Lanka?", disse Keheliya Rambukwella.
Os Chefes de Estado da Índia, Canadá e Ilhas Maurício declinaram da oportunidade de comparecer à cúpula de 50 países, ocorrida entre 15 e 17 de novembro, que foi aberta pelo Príncipe Charles. O Canadá designou recentemente Adrew Benett como seu primeiro embaixador para liberdade religiosa. O primeiro-ministro do Canadá, Stephen Harper, disse: "Está claro que o governo do Sri Lanka falhou em sustentar os valores fundamentais de Commonwealth".
Em uma entrevista recente à rede BBC, um pastor do Sri Lanka falou de um ataque à sua igreja. O pastor, que preferiu ficar anônimo, disse que dois monges budistas tinham atacado a igreja, gritando: "Esta é uma nação budista, um vilarejo budista". Ele disse que os monges ameaçaram matar os cristãos e acrescentaram que iriam incendiar a casa do pastor quando voltassem.
Foto: James Gordon / Flickr / Creative Common


quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Governo Chinês pede ajuda social à Igreja

A assistência social na China passa por uma crise. Especialmente no que se refere ao atendimento à população idosa do país, a Igreja desempenhará um importante papel. Entenda por quê:
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O governo chinês recebeu de maneira positiva o auxílio da Igreja na prestação de assistência social no país. Os líderes chineses terão uma reunião em Pequim, onde será discutida a agenda política e econômica para a próxima década. Tudo indica que a Igreja terá uma importância fundamental nesse processo.
"O governo parabeniza o apoio da Igreja", disse o funcionário do Estado Wang Xinhua em uma conferência recente em Xangai, promovido pela Sociedade Bíblica, sobre a atuação do cristianismo na China. "Não há recursos suficientes para atender a todas as necessidades que temos de suprir. Por isso, precisamos contar com a ajuda de organizações religiosas."
Wang afirmou também que a "solidariedade" e o "amor" da Igreja, são um "benefício" à sociedade. Ele acrescentou que o setor de caridade da China passa por uma "crise de confiança" devido a escândalos de corrupção, afirmando que a Igreja é uma parceira do governo que inspira credibilidade.
Outro participante do evento, o líder acadêmico e professor Choong Chee Pang destacou: "Muitos problemas sociais têm suas origens na injustiça social, no abuso de poder, na desigualdade, no abismo cada vez maior entre ricos e pobres, consequente da má gestão dos recursos, corrupção e suborno".
Com muita franqueza, o professor falou ainda que, mesmo a Igreja aceitando o desafio de oferecer assistência social em toda a China, particularmente entre os idosos e pobres, não deve perder seu caráter profético.
"A Igreja tem de exercer, ao mesmo tempo, a função de profeta e servo", afirma. "Este não é um problema em uma sociedade livre ou democrática, mas, em países mais ‘fechados’, pode ser uma questão delicada. É difícil para a Igreja chinesa desempenhar um papel profético, especialmente se tiver voz crítica".
Embora seja a segunda maior economia do mundo, a China enfrenta uma crise de assistência social, principalmente no atendimento à população cada vez mais idosa. De acordo com a Academia Chinesa de Ciências Sociais, em 2040, cerca de 20 por cento da população rural terá idade superior a 65 anos.
Ainda na conferência em Xangai, o governo pediu à Igreja para além de prestar atendimento aos idosos, oferecer prevenção e reabilitação a usuários de drogas e também trabalhar com pessoas soropositivas.
Aos 64 anos de idade, Pu Ti Hua vem se beneficiando da assistência social fornecida por igrejas chinesas. Durante o terremoto de Sichuan de 2008, ela e o marido ficaram desabrigados, juntando-se então, a cerca de 200 pessoas que procuraram refúgio na igreja local da cidade de Yanting Yunxi.
"Não havia igrejas onde morávamos", diz Ti Hua. "Pela primeira vez, senti o calor e o amor dessas pessoas. Eu estava totalmente desolada e encontrei paz aqui. Perdi tudo; minha casa e todos os nossos pertences. Foi muito difícil, me senti péssima! Absolutamente vazia, por dentro e por fora. A fé em Cristo foi o que me ajudou a superar tudo isso."
Hoje, Ti Hua e seu marido Song Cheng moram em dois cômodos na parte superior da igreja. Agora, o casal retribui a gentileza cozinhando para os membros e irmãos três vezes por semana.

Fonte: World Watch Monitor
Tradução: Lara de Campos

domingo, 25 de agosto de 2013

Comunidade cristã no Iraque é atacada

Iraquianos que servem a Deus procuram uma maneira de reconstruir sua vida em meio a um ambiente de tensão, no qual a nação está mergulhada há anos, que agrava a hostilidade contra os cristãos. De acordo com o especialista sênior em comunicações da Portas Abertas Internacional, Paul Estabrooks, os cristãos ouvem constantemente que não são bem-vindos no país.

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No mês passado, um grupo armado atacou o vilarejo cristão Jami Rabatki, no norte do Iraque. Moradores revelaram que os agressores dirigiam carros governamentais curdos. Os homens nos veículos carregavam armas para assustar as pessoas e atiraram no ar por uma hora, supostamente dizendo: "Nós somos a autoridade por aqui e vamos levar o que nós queremos". Um senhor foi baleado na cabeça: Zaya B. Khoshaba, o chefe da aldeia.
A comunidade, que nunca teve quaisquer habitantes curdos, rechaçou tentativas de apropriação de terras por meio de documentação ilegal desde o início da década de 1990. O fator preocupante é que tal incidente teve lugar na região norte do Curdistão, um lugar relativamente seguro para os cristãos.

Um colaborador da Portas Abertas no país acrescentou que a situação pode indicar uma nova emigração dos cristãos iraquianos: "Este ataque em específico foi noticiado, mas eu tenho certeza de que isso acontece com freqüência. Vamos esperar e orar para que as hostilidades, ameaças e levantes contra os cristãos parem." Até então, ninguém foi preso por conta desses ataques.
Fonte: Agência Portas Abertas.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Cristãos indonésios são presos por blasfêmia

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Em 2010, Rudi e seus irmãos decidiram converter-se ao cristianismo após seu melhor amigo ter-lhes contado as boas novas sobre Isa (Jesus). Eles foram batizados em 2011. Logo após este ocorrido, a maioria de seus familiares tornou-se seguidora de Isa e também se batizou. Uma vez ao mês, eles se reuniam em outra cidade para um programa de discipulado.

Após a conversão e o batismo da família, há dois anos, o primeiro filho de Rudi foi expulso da escola porque compartilhara histórias de Isa. O pequeno foi obrigado a reiniciar a primeira série em uma nova escola. No mesmo ano (2011), Rudi sofreu um leve derrame, o que fez sua esposa Alia* parar de trabalhar para permanecer em casa, cuidando dele.

“No momento, sentia-me como se tivesse recebido uma pedrada, porque era uma nova cristã e estava sofrendo por causa disso, estava muito deprimida. Mas agradeço a Isa, pois também senti seu grande conforto naqueles tempos difíceis”, conta Alia, com um sorriso.

Mesmo que a família de Rudi não tenha mudado de atitude com as pessoas após a conversão, moradores do vilarejo começaram a perceber mudanças no comportamento da família. Os problemas começaram em fevereiro de 2013, após a família ter regressado ao vilarejo depois de uma reunião de ex-muçulmanos, em que a filha de 15 anos de um parente foi batizada.

Em março de 2013, a adolescente ingenuamente divulgou os detalhes de sua viagem a membros de outra família muçulmana e um grupo de pessoas se juntou ao redor da casa de Rudi, que negou as acusações, mas isso não impediu a multidão irada de continuar a interrogá-lo. Assim, a polícia chegou e prendeu Rudi e seu irmão.

Temendo por sua segurança, Alia decidiu se mudar para fora do vilarejo com seus filhos e, agora, eles estão morando com um missionário local. Alia lamenta que sua filha tenha parado de frequentar a escola após o incidente, enquanto que seus dois filhos continuam a ir, mas têm de enfrentar a hostilidade de seus professores e colegas da escola.

A despeito das dificuldades econômicas e da exclusão da família, Alia não se sente só. Ela testifica que Isa sempre provê o que eles necessitam e nunca falhou em provar Seu amor para com eles. Ela confia sua vida nas mãos dele e crê que o que aconteceu faz parte do risco de se tornar um seguidor de Jesus.

 “Quando meu esposo e seu irmão foram presos, pedi a Isa que enviasse alguém para ajudá-los, e ele enviou vocês (Portas Abertas). Isso me faz crer que ele se importa conosco. Obrigada, Portas Abertas! Deus os abençoe!”. Alia não conseguia segurar as lágrimas.

Um advogado, representante de Portas Abertas, está investigando o caso.

*Nomes alterados por questões de segurança
Pedidos de oração
• Ore por Alia e seus três filhos. Eles lutam por sua educação e precisam de encorajamento para terminar seus estudos.  Peça ao Senhor para que ele os conforte e os fortaleça, mesmo quando sofrem bullying e zombaria por causa de sua fé em Isa. Interceda pela saúde de Alia enquanto cuida dos filhos e viaja uma vez por semana para ver seu esposo e fortalecê-lo.
• Apresente diante de Deus a saúde de Rudi e de seu irmão. As condições da prisão e a pressão dos policiais os fazem se sentir deprimidos. Ore pela proteção e conforto do Senhor, para que os cristãos possam ser bênção para os incrédulos na prisão.
• Interceda pelo advogado, representante da Portas Abertas, para que o Senhor lhe dê sabedoria para ajudar nossos irmãos ex-muçulmanos a receberem seus direitos como cidadãos indonésios.
• Peça a Deus por todos os ex-muçulmanos na Java Ocidental; eles sofrem perseguição e são pressionados por suas famílias e comunidades. Ore pela proteção de Deus sobre eles.