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terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Indiano muçulmano descobre em leitura no Alcorão sobre Jesus Cristo e se converte!

Há 18 anos ele não volta para a sua cidade natal onde seus pais fizeram um túmulo com o seu nome
A história de Mario Joseph surpreende muitas pessoas. O indiano nasceu em um lar muçulmano e aos 8 anos de idade foi enviado para uma escola corânica para se tornar um imã (sacerdote islâmico).

Depois de 10 anos de estudo ele se tornou um imã, mas logo se converteu ao cristianismo. “Um dia, eu estava pregando na mesquita que Jesus Cristo não era Deus e então uma pessoa do público me disse para não dizer isso; e me perguntou quem era Jesus Cristo”, lembra Joseph em entrevista ao Lartaún de Azumendi.

Para responder a pergunta sobre quem era Jesus, ele precisou reler o Alcorão e ali descobriu que o livro sagrado dos muçulmanos também fala que Jesus Cristo é a Palavra de Deus. “O Alcorão diz que Maomé está morto, mas que Jesus Cristo ainda está vivo. Então, quando eu li isso, me perguntei: quem devo aceitar: o que está morto ou o que está vivo?”, questionou.

Mario Joseph continuo a estudar o Alcorão e encontrou suas respostas optando por deixar o islã para se tornar cristão. “Abri o Alcorão e li, no capítulo 10, versículo 94, que os que tinham uma dúvida assim, deveriam ler a Bíblia. Por isso, decidi começar a ler e estudar a Bíblia. Então, percebi quem é o Deus verdadeiro e, partir disso, abracei o cristianismo.”


Deus é lindo demais. Continuemos a orar pelos muçulmanos para que o Senhor continue a lhes revelar o verdadeiro Deus!

domingo, 4 de agosto de 2013

O compromisso com o evangelho da graça

O compromisso com o evangelho da graça
O apóstolo Paulo foi levantado por Deus para ser o maior teólogo, o maior missionário e o maior plantador de igrejas da história do cristianismo. Ele foi um desbravador do evangelho, um bandeirante do cristianismo, um embaixador de Cristo, um arauto do Rei dos reis. Plantou igrejas nas províncias da Galácia, Macedônia, Acaia e Ásia Menor. Por sua influência, igrejas se espalharam em todo o mundo Oriental e Ocidental. Sua conversão foi um grande milagre, sua vida foi uma grande cruzada em favor da evangelização e sua morte foi uma profunda demonstração de coragem. 
Quando Paulo despediu-se dos presbíteros de Éfeso, fez um dos mais belos discursos de sua carreira. Com palavras eloquentes, desafiou os líderes daquela igreja a assumirem um compromisso solene com Deus, com a Palavra e com a igreja. Para encorajá-los, deu seu próprio testemunho, como segue: "Porém, em nada considero a vida preciosa para mim mesmo, contanto que complete a minha carreira e o ministério que recebi do Senhor Jesus para testemunhar o evangelho da graça de Deus" (At 20.24). No texto em apreço, três verdades são destacadas: 
Em primeiro lugar, o ministério não é conquistado por mérito, mas recebido por graça. "… o ministério que recebi do Senhor Jesus…". Paulo foi um homem vocacionado. Foi chamado por Cristo para desempenhar o ministério. Ele não se auto-intitulou apóstolo. Ele não se colocou-se num pedestal de liderança nem acendeu os holofotes sobre si mesmo. Sua vocação foi celestial. Ele ouviu a voz divina e a obedeceu. O líder cristão é também um homem vocacionado. É o Espírito Santo quem constitui líderes na igreja. Embora o episcopado pode ser desejado pelo homem, o chamado é divino. Embora a igreja escolha seus líderes, é Jesus quem chama a si os que ele mesmo quer para apascentar suas ovelhas e anunciar as boas novas de salvação. 
Em segundo lugar, o ministério não é plataforma de privilégios, mas uma arena de renúncia. "Porém, em nada considero a vida preciosa para mim mesmo…". A liderança cristã exige renúncia. Ser um líder cristão é abraçar uma sacrossanta carreira, uma excelente obra. Mas, não uma obra de engrandecimento pessoal. Ser grande é ser pequeno. Ser líder é ser servo. Ser o maior é ser servo de todos. Paulo enfrentou toda sorte de provações no exercício do seu ministério. Foi perseguido em Damasco, rejeitado em Jerusalém, esquecido em Tarso, apedrejado em Listra, açoitado em Filipos, escorraçado de Tessalônica e Beréia, chamado de tagarela em Atenas e de impostor em Corinto. Enfrentou feras em Éfeso, foi preso em Jerusalém, foi acusado em Cesaréia, foi picado por uma cobra em Malta e foi preso em Roma. Suportou cadeias e açoites. Foi fustigado com varas e apedrejado. Mesmo em face da morte, não considerou sua vida preciosa para si mesmo. A abnegação e não a megalomania foi o apanágio de sua vida.
Em terceiro lugar, o ministério é regido por um ideal mais alto do que a própria vida. "… para testemunhar o evangelho da graça de Deus". Quando o ideal é maior do que a vida, vale a pena dar a vida pelo ideal. Testemunhar o evangelho da graça era o grande vetor da vida de Paulo. Ele respirava o evangelho. Vivia pelo evangelho. Estava pronto a se sacrificar e a morrer pelo evangelho. Nenhuma outra motivação governava sua vida. Não buscava grandeza para si mesmo. Não cobiçava ouro nem prata. Não buscava para si riquezas nem fama. Mesmo sofrendo ameaças e passando parte de sua vida encarcerado, jamais perdeu o entusiasmo de viver nem o senso de urgência de proclamar o evangelho. Considerava-se prisioneiro de Cristo e embaixador em cadeias. Mesmo diante das mais terríveis adversidades, Paulo tinha o coração ardente, os pés velozes e os lábios abertos para proclamar Cristo, a essência do evangelho.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Cristãos indonésios são presos por blasfêmia

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Em 2010, Rudi e seus irmãos decidiram converter-se ao cristianismo após seu melhor amigo ter-lhes contado as boas novas sobre Isa (Jesus). Eles foram batizados em 2011. Logo após este ocorrido, a maioria de seus familiares tornou-se seguidora de Isa e também se batizou. Uma vez ao mês, eles se reuniam em outra cidade para um programa de discipulado.

Após a conversão e o batismo da família, há dois anos, o primeiro filho de Rudi foi expulso da escola porque compartilhara histórias de Isa. O pequeno foi obrigado a reiniciar a primeira série em uma nova escola. No mesmo ano (2011), Rudi sofreu um leve derrame, o que fez sua esposa Alia* parar de trabalhar para permanecer em casa, cuidando dele.

“No momento, sentia-me como se tivesse recebido uma pedrada, porque era uma nova cristã e estava sofrendo por causa disso, estava muito deprimida. Mas agradeço a Isa, pois também senti seu grande conforto naqueles tempos difíceis”, conta Alia, com um sorriso.

Mesmo que a família de Rudi não tenha mudado de atitude com as pessoas após a conversão, moradores do vilarejo começaram a perceber mudanças no comportamento da família. Os problemas começaram em fevereiro de 2013, após a família ter regressado ao vilarejo depois de uma reunião de ex-muçulmanos, em que a filha de 15 anos de um parente foi batizada.

Em março de 2013, a adolescente ingenuamente divulgou os detalhes de sua viagem a membros de outra família muçulmana e um grupo de pessoas se juntou ao redor da casa de Rudi, que negou as acusações, mas isso não impediu a multidão irada de continuar a interrogá-lo. Assim, a polícia chegou e prendeu Rudi e seu irmão.

Temendo por sua segurança, Alia decidiu se mudar para fora do vilarejo com seus filhos e, agora, eles estão morando com um missionário local. Alia lamenta que sua filha tenha parado de frequentar a escola após o incidente, enquanto que seus dois filhos continuam a ir, mas têm de enfrentar a hostilidade de seus professores e colegas da escola.

A despeito das dificuldades econômicas e da exclusão da família, Alia não se sente só. Ela testifica que Isa sempre provê o que eles necessitam e nunca falhou em provar Seu amor para com eles. Ela confia sua vida nas mãos dele e crê que o que aconteceu faz parte do risco de se tornar um seguidor de Jesus.

 “Quando meu esposo e seu irmão foram presos, pedi a Isa que enviasse alguém para ajudá-los, e ele enviou vocês (Portas Abertas). Isso me faz crer que ele se importa conosco. Obrigada, Portas Abertas! Deus os abençoe!”. Alia não conseguia segurar as lágrimas.

Um advogado, representante de Portas Abertas, está investigando o caso.

*Nomes alterados por questões de segurança
Pedidos de oração
• Ore por Alia e seus três filhos. Eles lutam por sua educação e precisam de encorajamento para terminar seus estudos.  Peça ao Senhor para que ele os conforte e os fortaleça, mesmo quando sofrem bullying e zombaria por causa de sua fé em Isa. Interceda pela saúde de Alia enquanto cuida dos filhos e viaja uma vez por semana para ver seu esposo e fortalecê-lo.
• Apresente diante de Deus a saúde de Rudi e de seu irmão. As condições da prisão e a pressão dos policiais os fazem se sentir deprimidos. Ore pela proteção e conforto do Senhor, para que os cristãos possam ser bênção para os incrédulos na prisão.
• Interceda pelo advogado, representante da Portas Abertas, para que o Senhor lhe dê sabedoria para ajudar nossos irmãos ex-muçulmanos a receberem seus direitos como cidadãos indonésios.
• Peça a Deus por todos os ex-muçulmanos na Java Ocidental; eles sofrem perseguição e são pressionados por suas famílias e comunidades. Ore pela proteção de Deus sobre eles.